17 de setembro de 2013 às 15h55min - Por Mário Flávio

O deputado federal Wolney Queiroz (PDT) comentou sobre a polêmica envolvendo a votação do projeto sobre o financiamento do BRT em Caruaru. O deputado disse que a polêmica gerada não passa de picuinha da oposição e destacou o trâmite para que o financiamento seja liberado. Segundo ele, a influência junto a presidenta Dilma e aos ministérios foi fundamental para que a verba venha para a cidade.

“Faz um ano que trabalho duro para conseguir esses recursos. Tive que começar buscando sinal verde da Casa Civil, da ministra Gleisi Hoffman; depois da Secretaria de Relações Intitucionais, da ministra Ideli. Foi preciso ter trânsito em Brasília, no Governo Federal. Foi preciso usar todas as minhas ligações com a presidenta Dilma, com o Vice-presidente Michel Temer. Depois disso, comecei a articulação com o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, com quem tive inúmeras reuniões. Foram dezenas de reuniões com a Caixa, elaboração dos projetos, aprovação de todas as etapas”, garante.

O pedetista disse ainda que a polêmica gerada é devido ao legado que será deixado pela atual gestão. “Todas as prefeituras do Brasil sonham em receber um dinheiro como esse, mas pouquíssimas conseguiram. E Caruaru conseguiu o teto, o máximo, valores iguais a Recife, que é a capital. Sabe o porquê dessa polêmica? A oposição sabe a força dessas obras forem quando executadas. Sabe que são obras que vão transformar a cidade e vão entrar pra história”, expôs.

O deputado minimizou a maneira que foi repassado pela prefeitura e por ele mesmo, quando usou o termo repasse e não financiamento. Em entrevista concedida ao blog, no dia 16 de agosto desse ano, o deputado afirmou que Caruaru nunca recebeu valores como este, em um único repasse. “O dinheiro quando for liberado pelo BNDES, será REPASSADO pela Caixa pra prefeitura. Qual o problema de usar a palavra ‘repasse’? Se não tiver capacidade de pagamento, o empréstimo não é aprovado! Simples. Isso exige aprovação até da Secretaria do Tesouro Nacional, com quem também tive várias reuniões”, disse.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro