27 de outubro de 2013 às 22h02min - Por Mário Flávio

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O senador Humberto Costa acompanhou, hoje, a chegada de médicos estrangeiros a Pernambuco. Neste fim de semana, mais 152 profissionais que participam do programa Mais Médicos vieram para atuar em 56 municípios do Estado. Também estiveram presentes no evento o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o senador Armando Monteiro e os deputados federais João Paulo, Pedro Eugênio e Silvio Costa.

“Essa ação de levar médicos às periferias e aos municípios do interior está fazendo uma enorme diferença na qualidade do atendimento e na melhoria da saúde da população. No Brasil existem mais de 700 municípios que não contam com nenhum médico residente e outros 1.500 que só tem médicos duas vezes por semana. As pessoas não podem adoecer só duas vezes por semana. Mas esta realidade está começando a mudar. Pela primeira vez na história temos um projeto para curto, médio e longo prazo. Inclusive porque além da ação emergencial, de trazer médicos de fora, há uma série de medidas para evitar a carência destes profissionais nos próximos anos”, afirmou Humberto.

Os médicos que chegam este fim de semana a Pernambuco foram avaliados por três semanas por universidades federais, que testaram seus conhecimentos em Língua Portuguesa e nos protocolos de atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS). Em todo o País, vão desembarcar até a próxima terça-feira (29), 2.167 médicos, que se juntam aos 1.499 que já estão atuando em regiões carentes do País. Nos municípios pernambucanos, já são 98 médicos – cobrindo uma população de 338.100 pessoas no Estado.

Os novos médicos começam a trabalhar no dia 4 de novembro. Antes de irem às cidades onde atenderão à população, os profissionais irão estudar por uma semana os problemas de Saúde mais comuns de cada região e irão conhecer a rede de Saúde de Pernambuco.

No Congresso Nacional, o senador Humberto Costa participou da Comissão Mista que debateu e aperfeiçoou a Medida Provisória (MP) que criou o programa Mais Médicos. Pela MP, os médicos participantes do programa só podem atender nas unidades básicas de saúde da rede pública, que resolvem 80% dos problemas de Saúde.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro