14 de janeiro de 2013 às 11h52min - Por Mário Flávio

Há 50 anos, no dia 20 de janeiro de 1963, Caruaru e a arte popular perdiam o artista que fez do massapê a matéria-prima para criar e retratar o cotidiano do homem do Nordeste, modelados em bonecos de barro. A Fundação de Cultura elaborou programação para o próximo domingo, 20, para registrar a data de falecimento do Mestre Vitalino. Pela manhã, às 9h, no Cemitério Dom Bosco, familiares, amigos e artistas farão a visita ao túmulo de Vitalino, onde depositarão coroas de flores. No final da tarde, a partir das 17h, haverá celebração de missa na Igreja São Sebastião, no Alto do Moura, local onde Vitalino viveu, criou a família e produziu sua obra de renome internacional.

A celebração será conduzida pelo Pe. Everaldo Fernandes. No decorrer da missa, a Banda de Pífanos Mestre Vitalino, de seis componentes, executará repertório em homenagem ao ceramista, que também tocava pífano em uma bandinha típica. “Vitalino foi o primeiro artesão da cerâmica a ter real destaque no país e até na cena internacional. Ele foi pioneiro em retratar o cotidiano do povo da zona rural utilizando o barro. Ele é chamado de mestre porque deixou muitos seguidores e discípulos. Nada mais justo do que sempre lembrar a trajetória desse grande artista popular”, afirmou Lúcia Félix, Diretora de Turismo.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro