4 de maio de 2012 às 00h42min - Por Mário Flávio

Após disvurso hilário de adversários, o deputado federal, Zé Augusto Maia (PTB), enviou nota explicando a confusão da festa do Dia primeiro de Maio.

 

NOTA À IMPRENSA
I- Prezados santacruzenses e trabalhadores de um modo em geral, infelizmente me sinto obrigado a esclarecer que o evento “Bregaribe” foi criado em minha gestão como prefeito para comemorar o Dia do Trabalhador.

II- Este ano, por culpa única e exclusiva dos locutores que comandaram o evento, apesar do sucesso obtido poderia ter se transformado numa tragédia pela indignação popular que queria se divertir e aplaudir seus ídolos e, como sempre, que as palavras das autoridades fossem de parabéns aos trabalhadores como foram os discursos meu, do vice-prefeito Zé Elias e do prefeito Toinho do Pará.

III- Acontece que ainda à tarde no ato de inauguração de uma creche pelo prefeito Toinho, em Poço Fundo, fui informado de que não deveria subir no palco da festa “Bregaribe”, pois poderia ser barrado já na subida. Mas, se conseguisse entrar, seria proibido de falar e poderia ainda ser debochado pelos apresentadores Bartol Neves e Pitombinha, meus conhecidos adversários políticos.

IV- Conjuntamente com os vereadores aliados e o vice-prefeito Zé Elias, contamos ao prefeito Toinho do Pará o fato e o prefeito, em tom de indignação, disse que isso era impossível de acontecer e que todos nós comparecêssemos sem falta, ao evento, pois era seu prazer contar com nossa presença.

V- Diante da afirmação do prefeito, acertamos que, por volta das 10 horas da noite, estaríamos lá para prestigiar a festa dos trabalhadores. Na verdade, o aviso que recebi para que não fosse ao evento era verídico e logo na entrada do palco fui surpreendido pelo porteiro afirmando que eu não poderia entrar sem a pulseira ou a permissão dos organizadores.

VI- Isso me deixou muito irritado, mas quase à força consegui entrar acompanhado pelos vereadores Dr. Nanau e Ernesto Maia, o que não aconteceu com Fernando Aragão, que tardou um pouco e não foi permitida sua entrada, só conseguindo entrar quando o prefeito, ao saber do constrangimento, mandou um auxiliar garantir a entrada dele.

VII- O maior absurdo é que o deputado Diogo Moraes, junto com os vereadores Francisquinho, Júnior Gomes e outros parceiros, receberam convites com direito a pulseira antecipada, tira gosto, bebidas e todo apoio pelos apresentadores Bartol e Pitombinha.

VII- O pior, caros conterrâneos, foi justamente esses que, cheios de “uísque”  na cabeça, quando usaram a palavra seus discursos foram irritantes, inadequados e politiqueiros, chegando inclusive a serem vaiados pela multidão como foi noticiado pela imprensa local. Os trabalhadores mostraram-se ainda mais indignados com tamanha falta de respeito ao seu dia.

VIII- Porém, como Deus escreve certo por linhas tortas, o feitiço virou-se contra os feiticeiros. Quando subi ao palco perceberam a minha presença e um coro de aplausos ecoava da multidão, sem parar, para mim e os meus companheiros. Até parecia que um grito estava preso na garganta de todos que antes estavam decepcionados.

IX- Após o meu discurso de reconhecimento da importância deles para nosso o desenvolvimento e parabenizá-los pelo seu dia, desci do palco para abraçá-los e ser abraçado, com todo respeito e admiração que eles merecem e, mais uma vez, com a certeza do dever cumprido.

José Augusto Maia
Deputado Federal


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro