31 de julho de 2017 às 09h36min - Por Mário Flávio

Paulo

O Pernambuco em Ação realizado no último sábado serviu para ter uma ideia da força do governador Paulo Câmara e do PSB na região Agreste. O socialista conseguiu trazer várias caravanas vindas de todo Agreste e anunciar um pacote de obras para diversos municípios. Mas a presença de prefeitos, deputados e lideranças políticas chama atenção para a possível montagem de alianças no pleito de 2018. Claro que as conversas vão acontecer e a montagem de chapas será fruto de ampla discussão, mas a quantidade de gente no último sábado chamou atenção.

A Frente Popular não vai ter o mesmo número de partidos que em 2014, mas as perdas devem ser poucas e o governador terá a favor o tempo de TV e a crise, que assola o Brasil, mas com Pernambuco pagando as contas em dia. A imagem de um bom gestor vai ser trabalhada pela equipe do socialista, que vai usar exemplos de estados que quebrara, como é o caso do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, por exemplo.

Os números apresentados no Seminário chamam atenção e se forem bem aplicados no guia, serão favoráveis ao governador. O maior calo dele será a segurança, mas como não é um problema apenas de Pernambuco, ações como a implantação de novos serviços, contratações de novos PMs e entrega de novos Batalhões, como é o caso de Caruaru, podem melhorar a imagem do governador.

Os adversários também são outros pontos a favor. O senador Armando Monteiro ganhou antipatia de boa parte da esquerda, já que votou a favor da Reforma Trabalhista. O PT sinaliza Marília Arraes como candidata, mas será que ela vai falar contra o indicado por Eduardo Campos? Bruno Araújo vai disputar sem o aval do PSDB, que quer o apoio do PSB para uma candidatura à presidência? São questões para mostrar que o governador será um potencial candidato a reeleição.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro