24 de agosto de 2017 às 07h39min - Por Mário Flávio

O grande Mestre era povo e pelo povo prodigalizou tanto amor… Entretanto, aquele mesmo povo votou em Barrabás. E olhem que o caso era de vida ou morte. Eu fui candidato a vereador de Caruaru em duas ocasiões. A primeira em 2004 e a segunda em 2008. Sendo do povo, procurei me aliar a homens do povo, votando para Prefeito em Eduardo Guerra e Rivaldo Soares, respectivamente, naquelas duas eleições.

Em 2012, com muita honra apoiei e votei em Fábio José para Prefeito de Caruaru, sendo na ocasião o seu candidato a Vice-Prefeito. Foi em 2012 que conheci os irmãos Allan e Allysson da Farmácia. Tive o prazer de por um breve tempo conviver com os pais e irmãos de ambos. Simplesmente uma família nota 10. Naquela época o candidato a Vereador de Caruaru foi o Allan da Farmácia que não elegeu-se tão somente porque a nossa coligação não conseguiu atingir o quociente eleitoral.

Desde 2012 eu estou afastado da política partidária e por conseguinte não disputei cargo eletivo nem em 2014 e nem em 2016, ainda que tenha votado em ambas eleições, em candidatos que não conseguiram elegerem-se e para mim foi motivo de regozijo saber que Allysson da Farmácia havia conseguido uma das cadeiras da Câmara Municipal de Caruaru.

E, certamente, por ser uma figura por demais popular ele esteja recebendo perseguições… Suponho que só aquele que possui poder econômico possa ser acusado de abuso de poder econômico. Allysson da Farmácia e toda sua família são pessoas humildes! Eu não poderia ficar silente diante do que foi publicado em sites e blogs de Caruaru, que em boa hora deram-lhe o Direito de Resposta.

Allysson da Farmácia tem serviços prestados a Caruaru e sua gente! Recordo quando em 2012 ele prestou relevantes serviços na FUNASE, perdendo noites irrecuperadas de sono e arriscando a integridade física e quiçá a própria vida num ambiente no qual a vida é olhada com desdém.

Vai aqui o meu incentivo para que ele não esmoreça. Toda pessoa é inocente até que se prove o contrário. Quem diz isso são os princípios da presunção da inocência e do contraditório.
Enfim, é público e notório que, quando um homem do povo chega ao poder ele é por demais perseguido, pois a diferença de um lugar desenvolvido para um lugar subdesenvolvido é que, no lugar desenvolvido quando um homem do povo cresce todos querem crescer com ele e no lugar subdesenvolvido quando ele cresce todos querem derrubá-lo.

Ainda bem que, o ônus da prova compete a quem alega!

*Severino Melo – [email protected] – fone / zap 999727818 – para quem mandato não é emprego e política não é profissão.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro