8 de dezembro de 2011 às 09h03min - Por Mário Flávio

Não sabemos ainda no século XXI o fim das discussões de melhorias para educação, se é que teremos. Enfim, ficam lacunas em grande escala nos mostrando as diferenciações em que políticos tratam dela (educação) como algo estável.A política caruaruense tem a cada ano intensificado a idéia de facilitadora do povo aos entremeios burocráticos em que regem esta instituição. Bem como não oferecem aos caruaruenses motivos de estarem buscando soluções e levar reivindicações para seus respectivos bairros e distritos, já que a dificuldade e a descrença em que o cidadão de Caruaru se encontra é bastante significativa.

Não podemos achar normal o fato de que as pessoas falarem que político é tudo igual. Na verdade sabemos que são iguais enquanto funções, mas diferentes enquanto objetivos de trabalho. Sabe-se também, que a realidade da política está bem distante da população e que fica apenas nas eleições. A inconsciência social sobre política tem tornado muito difícil para àqueles que vão a luta por uma vida melhor em seus lugares e que muitas vezes perdem forças no discurso por não obter ajuda dos demais caruaruenses. E com isso, percebe-se a importância da orientação sobre política. Não passar uma idéia de burocracia, já que a maioria das pessoas fazem uma ligação entre política = burocracia o que deve acabar urgentemente, deve-se passar uma idéia de algo acessível.

O que realmente as pessoas devem aprender a aprender mais, é conhecer seus direitos e deveres com mais intensidade, pois se perguntarmos a alguém um direito, com certeza ele vai dizer que tem direito a muitas coisas como saúde, educação… Mas a certeza vem depois, se perguntarmos onde se encontra escrito ou a Lei que informa esta informação. Com toda certeza, poucas pessoas saberão responder, já que este tipo de assunto não é confortável aos poderes públicos.

Quando acontece este tipo de coisa me vem na memória o período da ditadura militar 1964, onde os professores e todos os formadores de opiniões não podiam falar o que quisessem e sim falar o que o “poder público” quisesse. Isso tem que acabar, e só acabará quando houver interesse e consciência política.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro