8 de março de 2012 às 10h30min - Por Mário Flávio

O século XXI está cada vez mais caindo na destruição das drogas. Sabe-se também que as políticas de prevenção estão mobilizando toda a sociedade brasileira e nesta mobilização podemos identificar algumas falhas que não permite à essas atitudes uma oportunização de melhorias no sistema de diminuição de danos devido às substâncias químicas.

Se analisar por uma ótica crítica poderemos perceber que essa política de prevenção está sendo incluída em quase todo o Brasil, porém a dinâmica desses projetos estão cada vez se afunilando devido a incapacidade daqueles que ocupam cargos que não são de seu dia a dia. Mas, não poderemos deixar de citar o bem que estes programas de prevenção aos usuários de drogas realizam. Por exemplo, podemos citar a questão de que os usuários ficam internos nas casas de acolhimento no intuito de uma recuperação bem sucedida.

Quando tratamos da política, podemos citar também a vergonhosa fama que ela propaga nos entremeios dos meios de comunicação. Se analisarmos o governo de Dilma, poderemos perceber que dentro de 12 meses de seu mandato, já se tinha mais de 15 pessoas exoneradas de seus cargos. Uns decidiram sair, outros foram demitidos e outros estão esperando o momento certo, ou seja, a política brasileira não transmite algo importante para todos os cidadãos brasileiros que é a; dignidade, respeito, CONFIANÇA, credibilidade e muitas outras atribuições. Neste momento não se faz necessário argumentar sobre o que foi anteriormente comentado.

É preciso que estes programas sejam criados e garantidos a todos que precisam deste tratamento. Porém, é preciso viabilizar que só o programa em si não adiante muita coisa, é preciso organizar, criar possibilidades de mudança, viabilizar mecanismos de auto-superação. Não podemos achar que um lugar com o limite ultrapassado de usuários seja algo bom, pois números não garante qualidade, mas a qualidade garanti os números.

Não é preciso pensar muito para descobrir estas afirmações citadas acima. Basta apenas observar e garantir esta mesma crítica. Sendo assim, a pergunta do tema é “política e droga. Alguma ligação?” esta pergunta fica no ar e a única resposta que nos vem a mente é que sim, que a política muitas vezes torna-se uma droga por fazerem algo de acordo com seus entendimentos e frustrações e que a droga é uma política de sustentação quando falo de pessoas não capacitadas para aderir um determinado cargo.
Sabemos que a política brasileira é algo extraordinário quando se trata de amigos políticos. Tem de tudo um pouco.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro