2 de abril de 2012 às 17h24min - Por Mário Flávio

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) conseguiu barrar o pagamento de quase meio milhão de reais a duas pessoas ligadas a administração municipal de Garanhuns. Após perícia judiciária, o MPPE conseguiu comprovar que o valor a ser pago, atualizado para os dias de hoje, seria de 56 mil reais, gerando uma economia de 385 mil para o município. O responsável pela ação é promotor de Justiça Alexandre Bezerra.

Em 2008, o assessor da prefeitura, Itamar Luiz Ramos, e o procurador-geral da Câmara Municipal, Paulo André do Couto Soares, ingressaram com uma ação trabalhista na Justiça, requerendo o pagamento de férias não gozadas, no valor total de 441 mil reais. No entanto, o promotor de Justiça Alexandre Bezerra desconfiou do alto valor a ser pago. “O montante não foi contestado pelo procurador-geral do município, o que deveria ter sido feito. Quase na hora de efetivar o pagamento, através de parecer técnico apresentado, nós conseguimos provar que o valor era absurdo e o juiz suspendeu o pagamento”, explicou.

Ainda de acordo com o promotor de Justiça, as férias cobradas pelos funcionários públicos são referentes a quatro períodos e o valor calculado pela Justiça é de R$ 56 mil.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro