9 de março de 2014 às 11h50min - Por Mário Flávio

Da Folha

Apesar de ser permitida somente a partir de 6 de julho, a campanha eleitoral já corre livremente na internet e inunda as redes sociais com comunidades pró e contra os três principais pré-candidatos ao Palácio do Planalto. Além de sites específicos, Facebook e Twitter abrigam dezenas de páginas, comunidades e perfis extraoficiais dedicados às candidaturas da presidente Dilma Rousseff (PT), do senador Aécio Neves (PSDB) e do governador Eduardo Campos (PSB).

Autor de decisão que determinou a retirada do ar de uma página que fazia campanha para Campos, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral Admar Gonzaga reconhece que essa é uma situação “difícil de controlar” e que exigirá uma nova postura da Justiça Eleitoral. No dia 28 passado, Gonzaga atendeu a um pedido do Ministério Público e mandou o Facebook excluir a página “Eduardo Campos Presidente”, que contava até então com pouco mais de 2.000 seguidores.

O problema é que no mesmo Facebook há pelo menos outras 20 páginas que promovem a candidatura do governador de Pernambuco. E também há páginas contrárias, como a “Eduardo Campos presidente não”, com mais de 3.000 seguidores até sexta. O mesmo ocorre em relação a Dilma e Aécio, protagonistas de dezenas de páginas favoráveis e contrárias. Uma das páginas anti-Dilma, a “Dilma Rousseff não!”, já reuniu mais de 60 mil seguidores. Aécio é alvo de pelo menos cinco páginas denominadas “Aécio never’”, com cerca de 2.000 seguidores.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro