3 de fevereiro de 2014 às 06h55min - Por Mário Flávio

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A equipe do blog entrou em contato com o vereador e presidente da comissão de Ética da Câmara, Ricardo Liberato (PSC), para saber por qual motivo a Comissão não foi acionada para atuar diante das supostas cobranças de propina para votar a favor de projetos da prefeitura. Segundo o inquérito da Polícia Civil, o vereador que também é líder do governo na Casa, explicou que tinha conhecimento do esquema. Liberato minimizou e disse que não ouvido enquanto testemunha e explicou por qual motivo não houve nenhuma ação da Comissão de Ética.

“Eu nao fui testemunha. Fui chamado a prestar esclarecimento, porque se tratava de uma situação que envolvia a câmara. No depoimento, eu disse o que havia ouvido falar nos corredores da Casa. Frisei para a polícia que não tinha certeza, nem provas. Apenas disse o que outras pessoas estavam comentando, já que me foi perguntado. Sendo assim, no que diz respeito à comissão de ética, eu não poderia fazer nada. Porque ainda não chegou nada de concreto para a comissão ainda”, disse por meio de nota enviada pela assessoria de imprensa.

Trecho do depoimento do vereador que está no inquérito tem uma afirmação mais contundente. “…Tornou-se público e notório o recebimento de 30 mil reais por parte dos vereadores da situação supracitados…”, diz fazendo referência a pastor Jadiel Nascimento e Val das Rendeiras, ambos do PROS, conforme fotografia abaixo.

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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro