3 de fevereiro de 2014 às 07h55min - Por Mário Flávio

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O vereador Evandro Silva (PMDB) chamou atenção no primeiro ano de atuação na Câmara. Sempre promovendo denúncias com documentos, expondo as principais fragilidades da atual gestão. Ele acabou descobrindo que o polêmico BRT não era um repasse e sim um empréstimo e começou a questionar os valores dos juros. Algoz e crítico ferrenho da gestão foi do céu ao inferno em menos de dois meses. Após se desentender com artistas no dia da votação do BRT foi preso por três vezes e ainda se encontra na Penitenciária Juiz Plácido de Souza.

Após a primeira prisão muito se contestou até mesmo pela defesa, que o vereador quase não era citado pelo inquérito. No entanto, a Operação Ponto Final 2 foi uma ducha de água fria no parlamentar. De acordo com o inquérito, o edil foi apontado como o cabeça do esquema para obter vantagens do Executivo e iria usar a CPI da CGU, da qual foi autor do requerimento, para barganhar valores do Executivo. “O vereador Evandro Silva engendrou a criação da CPI da CGU como forma de retaliação ao prefeito por ter tirado o projeto do BRT de uma pauta para ajustes técnicos e por vislumbrar uma possível derrubada do projeto de Lei, bem como para num momento posterior exercer a pressão corriqueira nessa legislatura, com a meta de auferir astronômicas quantias em dinheiro do executivo municipal”, disse o delegado Erick Lessa, chefe da investigação.

A nossa equipe conversou com o vereador e no próximo post você vai ler o que ele disse no momento da prisão.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro