31 de julho de 2017 às 07h46min - Por Mário Flávio

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Está marcada para a próxima quarta-feira (2) a reunião da Câmara Federal para decidir se autoriza ou não o Supremo Tribunal Federal (STF) a processar e julgar o presidente Michel Temer pela suposta prática de crime de corrupção passiva. A autorização para que Temer seja processado precisa do apoio de 342 deputados, mas a oposição não tem esses votos.

O quórum mínimo para a abertura da sessão são 51 deputados e a Ordem do Dia poderá ser iniciada com o registro de presença de 52 parlamentares. Iniciada a Ordem do Dia, o relator da denúncia na CCJ, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que votou pelo seu arquivamento, falará por 25 minutos, seguido pelo presidente Michel Temer ou por seu advogado, que também terão a 25 minutos.

Após falarem quatro oradores, dois contrários e dois favoráveis ao afastamento, poderá ser apresentado requerimento de encerramento da discussão, desde que ao menos 257 deputados tenham registrado presença.

Já a votação propriamente dita do parecer de Ali-Ackel somente poderá ser iniciada com o registro de presença de 342 deputados. Segundo a Secretaria-Geral da Mesa, a ordem de votação será a mesma adotada na votação do impeachment de Dilma Rousseff: os parlamentares serão chamados em ordem alfabética, por Estado, alternadamente do Norte para o Sul e vice-versa.

Da bancada de Pernambuco, composta por 25 parlamentares, apenas três – fora os ministros – estão decididos a votar pelo arquivamento da denúncia: Fernando Monteiro (PP), Luciano Bivar (PSL) e Guilherme Coelho (PSDB).

Estão indecisos Jorge Côrte Real (PTB), Eduardo da Fonte (PP), Ricardo Teobaldo (Podemos), Marinaldo Rosendo (PSB), Cadoca (sem partido) e Zeca Cavalcanti (PTB). Os ministros que serão exonerados para votar a favor do presidente são


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro