27 de junho de 2013 às 19h25min - Por Mário Flávio

Segundo Guerra devido a importância de Caruaru, Diogo será candidato a estadual

Depois de se atrapalhar na hora do voto e de se desculpar via twitter, o presidente do PSDB de Pernambuco, deputado federal Sérgio Guerra,pediu publicamente desculpas aos pernambucanos pelo engano que ele admitiu cometer na votação da PEC 37. “Eu deveria votar não. Apertei o sim equivocadamente, mas na mesma hora pedi a palavra e corrigi meu voto. Como pernambucano, quero me desculpar pelo erro cometido. Não poderia representar o povo do meu Estado votando a favor de uma PEC que a sociedade reprova, assim como eu”, declarou em entrevista à Rádio Folha de Pernambuco.

No contexto

Sérgio Guerra vota a favor da PEC 37, mas via Twitter diz que se confundiu na hora do voto

Sobre as demais medidas aprovadas pelo Congresso Nacional, como o destino obrigatório dos royalties do petróleo para investimentos em saúde e educação, o presidente do PSDB concorda com o projeto, mas acredita que ele só trará benefícios à sociedade a médio e longo prazos: “Por natureza, gosto de providências que produzam resultados logo. Que sejam percebidos pela sociedade. A presidente Dilma incluiu a reforma política na pauta, o que é algo necessário, mas sua intenção foi a de tirar o foco da insatisfação das ruas com seu governo. O que ela precisa é apresentar soluções rápidas. Uma primeira seria a redução do número de ministérios. 39 ministérios é um absurdo! Aí sim, o povo viria algo concreto que seria a redução dos gastos públicos. Mas não há iniciativa desse governo de cortar na própria carne. Conversas não servem mais. Providências é o que precisamos”.

O tucano também cobrou responsabilidade do Parlamento. Para ele, os principais partidos com representação no Legislativo precisam estabelecer um consenso em torno de uma reforma política urgente. “A origem dos problemas do país está no fato de as eleições não funcionarem como deveriam. Eu defendo, por exemplo, o voto distrital. Considero que é a melhor forma do eleitor interferir no mandato do eleito e o eleito ter condições reais de reivindicar o que a população precisa”, avaliou Guerra.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro