1 de fevereiro de 2012 às 07h30min - Por Mário Flávio
Caro Mário, a respeito do “rebate” da prefeitura às minhas minhas declarações, é salutar as seguintes reflexões:
  1. A Lei Estadual a qual a nota se refere, criado pelo secretário de turismo de Pernambuco, tinha a clara intenção de dar uma resposta a uma série de graves denúncias de realização de “shows-fantasmas”, como foi amplamente divulgado pela imprensa pernambucana. Na verdade serviu para tão-somente mostrar(?) à sociedade os critérios da Empetur, o que parece ridículo aos olhos da administração pública;
  2. A “pressão” exercida hoje na Comissão de Redação de Leis da Câmara de Vereadores, mostram dois fatos incontestáveis: o excelente trabalho dos membros da Comissão em convidar os artistas para debater o projeto de Lei e a confirmação que este governo não tem diálogo com a Classe Artística. Se tivesse, teria ouvido muitas verdades e pouparia o vexame de hoje;
  3. Reitero o caminho para que a prefeitura passe a executar a Lei 4.218/2003, nossa Lei Municipal de incentivo à Cultura, apresentada pelo então prefeito Tony Gel e apresente novos horizontes para a Cultura caruaruense;
  4. Depois do surgimento de novas lideranças, a classe artística passa a dar sinais de vitalidade e contestação, deixando a omissão de lado. Particularmente, atribuo essa nova realidade depois do tratamento respeitoso, digno e de discussão do contraditório que durante oito anos a estimulamos.
Grande abraço,

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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro