21 de maio de 2018 às 18h09min - Por Mário Flávio

Os 3.700 cegonheiros ligados ao Sindicato Nacional dos Cegonheiros (SINACEG) aderiram ao movimento de paralisação dos caminhoneiros e não saíram dos pátios das distribuidoras.

“O diesel representa 40% do valor do frete. Há dois anos os reajustes ficaram muito abaixo das necessidades como forma de colaborar com a retomada do setor automotivo, mas a conta não fecha. A situação está insustentável e o governo não tem sido sensível ao transportador de carga rodoviária”, explica Jaime Ferreira dos Santos, presidente do SINACEG.

Como a paralisação é por tempo indeterminado, os cegonheiros ainda não contabilizam os prejuízos para categoria, mas sabem que a postura da Petrobras pode desencadear uma inflação difícil de administrar.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro