14 de março de 2013 às 07h25min - Por Mário Flávio

Assembleia Sismuc

Está marcada para às 8h desta quinta-feira (14), na sede da União Beneficente de Caruaru, uma assembleia geral extraordinária com os professores da rede municipal de ensino. Na ocasião, os docentes irão analisar as propostas apresentada pela prefeitura na Mesa de Negociação da Educação a respeito da adequação do PPC.

Diante da insatisfação dos professores, que chiaram e muito nas redes sociais, principalmente após a reunião, é possível que a greve seja deflagrada. “A prefeitura ignorou totalmente aspectos cruciais do plano. No que diz respeito aos percentuais de elevação por especialização para pós-graduação, mestrado e doutorado ficaram como estava descrito no novo PCC, que representa uma redução, há a questão da incorporação de 25% da gratificação de regência, que a prefeitura negou, além disso, essa proposta não é coerente com vários outros pontos que discutimos nas reuniões. A julgar pelo sentimento da categoria e pela quantidade de pontos nocivos presentes no PCC, que não foram alterados pela prefeitura, é muito provável que essa proposta não seja vista com bons olhos. Desde que se iniciou o movimento, estamos em estado de alerta, mas recentemente diminuímos nossas mobilizações. A partir da apresentação dessa proposta, e havendo um entendimento de que essa proposta não atende nossa demanda, é possível que a categoria reveja o posicionamento atual e para as ruas”, explicou Fred Santiago, um dos membros da comissão de professores presentes na reunião.

Por outro lado, o secretário Antonio Ademildo, que intermediou a reunião, considera que a prefeitura pôde ceder até onde foi possível. “Apresentamo uma proposta de acordo com tudo que discutimos nas reuniões passadas e amanhã essa proposta deve ser apresentada em assembleia da categoria. Houve muitos questionamentos e muitos pontos que foram vencidos e aceitos pelo município. Mas não puderam ser acatados os pontos relacionados aos percentuais de elevação, integralização e ingresso de formados no Normal Médio, e há anda a questão da integralização de regência. O Poder Executivo achou por bem não atender esses pontos principalmente devido a questões financeiras e outras de acordo com os objetivos traçados desse novo instrumento”, disse.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro