30 de janeiro de 2014 às 09h18min - Por Mário Flávio

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Terminou agora há pouco a entrevista coletiva com os delegados da Polícia Civil. Estiveram no encontro os delegados Salustiano Albuquerque, Erick Lessa e Neemias de Souza. Os três apresentaram informações sobre a Operação Ponto Final II que culminou com os mandados de prisão dos vereadores Evandro Silva (PMDB), Val das Rendeiras (PROS) – estão presos, Val (DEM), pastor Jadiel Nascimento (PROS) e Neto (PMN). De acordo com o delegado Erick Lessa, que é responsável pela Operação, a investigação e fruto de um desdobramento de um outro inquérito a ser instalado em Caruaru. Segundo ele, versando sobre informações novas que foram colhidas com o passar das investigações.

Ainda de acordo com o delegado, os vereadores Pastor Jadiel e Val das Rendeiras ganharam dinheiro para assinar o requerimento que criou a CPI. “Tivemos alguns casos que foram trazidos ao conhecimento da Polícia Civil. O primeiro deles foi o BRT, que já foi devidamente esclarecido. Temos como foco dessa nova Operação a CPI do relatório da CGU. Um requerimento que foi instalado na Câmara e assinado por oito vereadores. Os vereadores Evandro Silva, Val e Neto deram dinheiro para que os vereadores votassem, por isso, foram indiciados por corrupção ativa. Já os vereadores Pastor Jadiel e Val das Rendeiras receberam para assinar, por isso estão sendo indiciados por corrupção passiva”, disse. A polícia não informou os valores que foram cobrados e recebidos pelos vereadores indiciados.

De acordo com Lessa, as provas serão apresentadas no prazo de dez dias após o fim do inquérito. Ainda segundo o delegado, depois de instalar a CPI, os vereadores iriam exigir vantagem da prefeitura de Caruaru. “Depois de instalada a CPI não daria nenhum resultado e com isso iriam cobrar vantagens do poder público para que a mesma não desse em nada”, expôs. Ainda hoje mais informações sobre a entrevista coletiva.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro