14 de agosto de 2012 às 22h29min - Por Mário Flávio

O advogado da coligação Caruaru com a Força do Brasil no processo do PMDB, Luís Galindo, explicou que a medida cautelar ingressada para suspender os efeitos da convenção do partido na coligação Caruaru em Boas Mãos, da base de Miriam Lacerda (DEM), para que o TRE possa determinar qual das convenções, de Reginaldo França ou de Severino Soares (Bibiu), terá validade. Segundo Galindo, essa medida partiu justamente da análise da sentença que proibiu a circulação de material de campanha de Zé Queiroz que contivesse a legenda do PMDB.

No contexto

PMDB – Desembargador suspende decisão de Jefferson Félix e partido fica sem coligação em Caruaru

Marcelo Cumarú: “A medida cautelar ingressada induziu o Desembargador ao erro”

“É preciso avaliar que a decisão sobre a propaganda do PMDB foi tomada com base em uma decisão que ainda estava em tramitação. Acredito que o desembargador analisou com cuidado o processo para chegar a conclusão de suspender os efeitos da convenção realizada por Severino Soares, tomando por base a validade de nossa convenção que foi acompanhada inclusive uma oficiala de Justiça. As duas coligações estão sub judice e agora o TRE vai determinar qual das duas convenções é válida”, explicou o advogado.

Galindo acredita que já na próxima semana o TRE-PE deve tomar uma decisão sobre o caso. No entanto, de acordo com o advogado da coligação Caruaru em Boas Mãos, Marcelo Cumarú, o desembargador que suspendeu a convenção, Ronnie Preus, foi induzido a erro, já que na medida cautelar, foi juntada a decisão liminar em favor de Reginaldo França, que já teria sido cassada pela 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça.

 


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro