7 de junho de 2013 às 08h55min - Por Mário Flávio
O presidente da Câmara de Caruaru, Leonardo Chaves (PSD) criticou a oposição e disse não entender os motivos do não ao Peojeto. A imagem é de Wladimir Barreto/Secom Câmara

O presidente da Casa criticou a oposição e disse não entender os motivos do não ao Peojeto. A imagem é de Wladimir Barreto/Secom Câmara

O presidente da Câmara de Caruaru, Leonardo Chaves (PSD), explicou os motivos de não deferir a segunda discussão para votar o projeto de Lei dos Transportes Coletivos. Como o número de vereadores era insuficiente para aprovar a Lei em segunda discussão, o pessedista decidiu não realizar a extraordinária e evitou a primeira derrota do governo Zé Queiroz na Câmara.

Segundo o edil, se a votação ocorresse, iria ser ruim para a Câmara e ele criticou a oposição. “Fiz isso para preservar a imagem da Casa. O Ministério Público e o Tribunal de Contas estão solicitando e nos cobraram os motivos desse projeto está faz tanto tempo na Câmara. É um Projeto para se fazer licitação para a concessão de ônibus e não entendo como o vereador vota contra a concessão de ônibus? A frota que roda hoje em Caruaru está toda ilegal, graças as concessões que foram dadas no passado sem licitação e o Tribunal de Justiça está processando aos prefeitos que fizeram essas concessões”, disse.

Segundo o presidente da Casa, a aprovação do Projeto iria legalizar o Transporte Coletivo em Caruaru. “Não entendo como um vereador vota contra ou se abstém de votar, pra mim é a mesma coisa, para derrotar um projeto para que as concessões sejam licitadas em Caruaru, acho isso um absurdo e para preservar o nome da Casa e o nome deles mesmos, que não estão pensando corretamente, preferi indeferir o pedido de dispensa de interstício e o regime de urgência, para preservar a imagem da Casa”, pontuou.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro