21 de abril de 2014 às 12h06min - Por Mário Flávio

Individualmente, eles não têm nenhuma expressão eleitoral. Nas pesquisas de intenção de voto são geralmente representados por um traço ou baixíssimos índices percentuais. Juntos, podem ser responsáveis por levar a eleição presidencial ao segundo turno. Nas eleições deste ano, as chamadas candidaturas nanicas já são representadas por pelo menos oito nomes. É um dos maiores números desde o pleito de 1989, a primeira eleição direta para presidente após a redemocratização, quando 15 nanicos entre os 22 candidatos tentaram chegar ao Palácio do Planalto, a exemplo do folclórico Enéas Carneiro, falecido em 2007.

Naquele ano, a soma dos percentuais de todos eles chegou a 5,5%. De acordo com as pesquisas de intenção de voto divulgadas até o momento, os nanicos de 2014 estão no mesmo patamar. Os índices somados variam entre 4% e 5%. Os principais adversários da presidente Dilma Rousseff, o mineiro Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), apostam no crescimento do pré-candidato do PSol, o senador Randolfe Rodrigues (AP), para chegarem ao segundo turno.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro