22 de julho de 2017 às 11h10min - Por Mário Flávio


Da Veja 

Em meados de 2014, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, do PSB, começava a ganhar espaço na disputa eleitoral à medida que se desgarrava do PT e se apresentava como uma alternativa numa disputa polarizada entre tucanos e petistas. A “terceira via” chamava a atenção dos brasileiros, sobretudo porque o PSB passava ao largo do escândalo de corrupção da Petrobras. 

Mas a rota de Campos e de seu partido mudou radicalmente em agosto de 2014, quando o jatinho Cessna Citation 560, que transportava o candidato a presidente, caiu em Santos, no litoral paulista. A tragédia ceifou a vida do ex-governador. Pouco tempo depois, veio à tona uma pergunta que começou a tisnar a imagem de Campos e do partido: de quem era, afinal, o avião usado pelo candidato a presidente? 

Após quase três anos de investigação da Polícia Federal, um delator resolveu por um ponto final no mistério: o proprietário oculto era Aldo Guedes Álvaro, amigo de Eduardo Campos, seu braço-direito e ex-assessor.


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Mário Flávio

Jornalista & Blogueiro