A governadora Raquel Lyra (PSD), o presidente estadual do União Brasil e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, e o deputado federal Túlio Gadelha participaram, nesta terça-feira (15), do lançamento da pré-candidatura do ex-prefeito de Vicência, Guiga Nunes (Podemos), à Câmara dos Deputados. O evento, realizado na Zona da Mata Norte, reuniu prefeitos, vereadores, deputados e diversas lideranças políticas da região.
O ato integra o processo de articulação dos partidos que compõem a base de apoio ao Governo de Pernambuco e acontece em meio às movimentações para a definição das chapas que disputarão as eleições de 2026. A participação conjunta de Raquel Lyra, Miguel Coelho e Túlio Gadelha evidenciou a aproximação entre diferentes siglas que integram o grupo político aliado ao Palácio do Campo das Princesas.
Anfitrião do encontro, o prefeito de Vicência, Éder Waltter, ressaltou a importância da mobilização para ampliar a representação política da Zona da Mata Norte. O evento contou com a presença de lideranças de diversos municípios e reuniu um grande público.
Durante seu discurso, Miguel Coelho defendeu o fortalecimento da representação da região na Câmara dos Deputados e declarou apoio à pré-candidatura de Guiga Nunes. Segundo ele, o ex-prefeito reúne condições de representar não apenas Vicência, mas também municípios vizinhos e toda a Zona da Mata Norte no Congresso Nacional.
Miguel também destacou a atuação da governadora Raquel Lyra à frente da administração estadual. “Guiga tem que ser deputado federal por Vicência, por Macaparana e por todas as cidades da Zona da Mata Norte. Pernambuco voltou a acreditar na política com o trabalho dessa mulher incansável, Raquel Lyra, que está fazendo grandes entregas em todo o Estado. O nosso objetivo é chegar ao Senado para buscar mais recursos para a saúde, a segurança pública e as grandes obras que Pernambuco precisa”, afirmou.
Considerado um dos principais atos políticos da Zona da Mata Norte neste início da pré-campanha, o lançamento da pré-candidatura de Guiga Nunes reforçou a estratégia dos partidos da base governista de ampliar sua articulação regional e consolidar apoios para as eleições de 2026.
