Artigo – Quem paga o ‘Hexa é Luxo’ de Wolney?

Em comemoração a sua reeleição, o deputado federal Wolney Queiroz (PDT) usou as redes sociais para afirmar que “Hexa é luxo!” De fato, não há como questionar tal afirmativa, levando em consideração que se desprezarmos todos os auxílios (alimentação, paletó, moradia, transporte, telefone, aposentadoria por mais de dois mandatos prestados, dentre tantos outros) e levarmos em conta apenas o salário atualmente em vigor para o parlamentar, que gira em torno de R$ 33 mil mensais, ou R$ 429 mil anualmente, quem sabe até 10.296.000 acumulados em média em 24 anos de vida pública (a efetividade das fontes da folha salarial de um deputado federal pode ser confirmada no portal da transparência do Senado Federal).

Portanto, com tanto dinheiro e benefícios assim, podemos entender que sim, Hexa é Luxo! A afirmativa de tal luxo é tão certa que com mais de R$ 10 milhões seria anualmente possível:

Matricular em média 1500 crianças em uma escola com excelente qualidade de ensino fundamental ou quem sabe até gerir o pagamento de 800 assalariados, talvez ainda, a garantia do custeio de 400 dos melhores planos de saúde familiar do país.

Enquando o deputado comemora seu luxo de viver com uma média de R$ 1100 por dia, você cidadão assalariado, luta para sobreviver com uma média de R$ 32,00 pelo mesmo tempo, tendo ainda assim que lidar com o descaso e desrespeito de tal funcionário público para legislar em benefícios próprios do grupo com dinheiro público e ainda com declarações de deboche de “viver no luxo” como mandatário real afirmando ser _DELE_ o *SEU* dinheiro, senhor contribuinte.

*Por: Ítalo Bruno & Lucas Edgar – Líderes do Movimento Liberal estudantil

Advogados pedem federalização dos casos de violência por motivos eleitorais

O  Coletivo Advocacia em Direitos Humanos (CADHu), grupo de advogados que trabalha voluntariamente em ações sobre o tema, protocolou hoje (12/10) uma representação na Procuradoria Geral da República pedindo que o Ministério Público Federal concentre as investigações e denúncias de violência física e verbal provocadas por intolerância e discordância política no período pré-eleitoral. Hoje, os registros e investigações das violações são feitos por órgãos estaduais que, na avaliação do Coletivo, têm banalizado as agressões e suas consequências.

O pedido afirma que “apenas uma investigação de âmbito nacional pode entender e combater o problema com a clareza e a firmeza necessárias” e que “os ataques estão sendo realizados neste momento em diversos locais do país e o que temos percebido é que as instâncias locais são incapazes de enfrentar, de forma organizada e sistemática, as violações.”

De acordo com o grupo, os casos relatados pela imprensa trazem indícios de crimes de intolerância política combinados a um discurso discriminatório, também intolerante, contra minorias. “Esses casos de agressões, em sua maioria são contra mulheres, lésbicas e gays, negros e negras, nordestinos e nordestinas, e não apenas afetam a integridade física das pessoas, mas representam também um ataque a sua liberdade política”, explica Eloísa Machado, umas das advogadas da ação. “Historicamente, o Brasil é um país violento contra negros, mulheres, nordestinos, indígenas e LGBTTTIs, mas o que se percebe agora é algo diferente: os atos de violência estão intimamente associados não só a motivação política, mas às eleições presidenciais, especificamente, por isso precisam ser tratados em âmbito federal ”.

O coletivo afirma na representação que as agressões também contrariam tratados de direitos humanos ratificados pela República Federativa do Brasil, como o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos; Pacto de São José da Costa Rica;  Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas Discriminação Racial;  Convenção para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher; e a Convenção Interamericana Contra Toda Forma de Discriminação e Intolerância (A-69). Thiago Amparo, também advogado da ação, afirma que há um movimento sistemático e nacional de intolerância, em especial contra negros e LGBTTTis, que pode se caracterizar como graves violações a direitos humanos”.

Em Caruaru, procissão de Nossa Senhora Aparecida é marcada por fé e devoção

Nesta sexta-feira (12), no bairro Rendeiras, aconteceu a procissão em homenagem a Nossa Senhora Aparecida. Considerada a segunda maior de Caruaru, os fiéis caminharam com muita fé pelas ruas do bairro.

A festa teve início no dia 3 de outubro, após as dez novenas e foi encerrada com a missa campal presidida pelo Bispo Diocesano Dom Bernardino Marchió. “Dai ao povo brasileiro a vocação de fazer a bondade com a benção da padroeira do país”, afirmou Dom Dino.

Festividades do dia 12 – Ainda nesta sexta-feira, às 6h aconteceu o Ofício a Nossa Senhora, seguido a primeira celebração do dia. O café da manhã partilhado aconteceu no salão Paroquial Maria Lira ao lado da igreja.

Às 9h, foi a vez das crianças rezarem. A celebração em homenagem ao dia delas foi realizada com atenção dos pequenos fiéis. Depois da realização da missa, aconteceu mais uma edição da festa das crianças, que de acordo com os organizadores do evento, pelo menos mil pequenos comemoraram com muita alegria.