Candidatos a governador pelo PDT declaram apoio a Bolsonaro

O candidato ao governo do Rio Grande do Norte Carlos Eduardo (PDT) declarou apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Amazonino Mendes (PDT),  candidato ao governo do Amazonas, também foi contra a decisão da sigla e declarou apoio ao deputado federal do PSL. Ele disputa com Wilson Lima (PSC-AM).

Os pedetistas contrariam resolução aprovada pelo partido. A Executiva Nacional do PDT aprovou em Brasília, na 4ª (10.out) “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT) e vetou apoio a Bolsonaro.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, comentou sobre a situação do Estado do Rio Grande do Norte durante a reunião do PDT. “Não tem ninguém liberado, cada caso é 1 caso. Em estados onde o adversário é o PT como é que eu vou fazer? No Rio Grande do Norte a adversária do nosso candidato Carlos Eduardo é do PT [Fátima Bezerra]. Está vetado o apoio a Bolsonaro e vamos conversar 1 a 1 porque a decisão foi tomada agora”, disse.

Boletos a partir de R$ 100 vão poder ser pagos em qualquer banco

Foto: Febraban

A partir deste sábado (13), os boletos com valor igual ou superior a R$ 100,00 poderão ser pagos em qualquer banco, se estiverem registrados na nova base de dados da Federação Brasileira de Bancos, a Febraban.

Os clientes que tiverem boletos não registrados na Nova Plataforma de Cobrança, que forem rejeitados pelos bancos, devem procurar o emissor do boleto para fazer o pagamento.

A nova plataforma dá mais segurança ao sistema de compensação de boletos, pois ele identifica com facilidade tentativas de fraude. Além disso, o sistema permite o pagamento em qualquer banco mesmo após o vencimento.

A Nova Plataforma de Cobrança é um projeto que nasceu há cerca de quatro anos, com o apoio de todos os recursos de tecnologia de ponta do setor bancário brasileiro e veio para modernizar o sistema de cobrança que existe há mais de 20 anos no país.

Testes foram feitos anteriormente e agora, a partir deste sábado (13), a Nova Plataforma de Cobrança chega aos boletos com valor igual ou superior a R$ 100,00.

Fagner Fernandes apresentou Anteprojeto que viabiliza Bolsa-Creche

Durante reunião ordinária dessa quinta-feira(11), realizada na Câmara Municipal de Caruaru, o vereador Fagner Fernandes apresentou  o Anteprojeto de Lei, que cria o Bolsa-Creche. A iniciativa da propositura surgiu diante da dificuldade, que os pais vêm enfrentando, para obter vagas em creches públicas.

O anteprojeto, apresentado pelo edil é voltado para crianças que não obtenham vagas na rede municipal, através de convênio com escolas particulares de Educação Infantil.

A carência de vagas em creches e o crescimento da lista de espera, atualmente administrada pelo Poder Judiciário do Município, na tentativa de garantir um direito fundamental e básico para toda e qualquer criança  preocupa Fagner Fernandes.  “Sabemos que é comum haver demanda superior à oferta de vagas, e que tal fator prejudica sobremaneira o trabalhador de baixa renda, especialmente as mulheres, que ficam praticamente impedidas de ingressar no mercado de trabalho nos primeiros anos de vida dos filhos. O projeto atenderá de forma emergencial, as crianças que se encontram afastadas do ambiente escolar por falta de vagas”, pontuou o vereador.

Se aprovada, a lei irá beneficiar através de convênios  entre o poder executivo e escolas privadas a manutenção de crianças em unidades de ensino, previamente cadastradas na Secretaria de Educação e que atendam as exigências determinadas pelo edital.

Bruno Araújo: “Ou o PSDB se reencontra com o povo ou morre”

Parte da Executiva Nacional do PSDB defende reformas no partido e o deputado federal e presidente estadual da sigla, Bruno Araújo, que disputou o Senado e perdeu, disse que apoia o movimento.

‘Apoio o movimento “Muda PSDB”. Defendi na última reunião da Executiva Nacional nossa refundação, reinvenção ou o nome que quiserem dar. O partido recebeu um duro recado da Sociedade. Ou se reencontra com um expressivo segmento da população ou desaparece’ postou ele no Twitter.

Artigo – Quem conhece Bolsonaro não vota em Bolsonaro – por Silvio Costa*

Há doze anos conheço Jair Bolsonaro. Quem conhece Bolsonaro não vota em Bolsonaro. O homem que, por enquanto, está liderando as pesquisas, na verdade é um grande marqueteiro. Um político que se apropriou de algumas frases de efeito do tipo “bandido bom é bandido morto “, frases que têm ressonância em uma grande parcela da população brasileira, em razão da violência que tem assustado o País.

Em três mandatos de convivência na Câmara Federal, nunca vi Bolsonaro participar de debates sobre a educação, saúde, orçamento público, meio- ambiente, geração de empregos, enfim, nunca ouvi nenhuma fala de Bolsonaro sobre qualquer assunto de interesse da economia brasileira e da gestão pública responsável.

Já presenciei, por diversas vezes, o marqueteiro Bolsonaro agredir as minorias, defender a diminuição da maioridade penal, defender a indústria das armas e, sobretudo, decorar e falar frases de efeito como aquela em que homenageou o coronel Brilhante Ustra, um torturador, no dia do impeachment da presidente Dilma.

Reconheço que Bolsonaro sempre soube onde queria chegar. Ele percebeu claramente que existe uma plateia que aplaude estes arroubos.

Bolsonaro se apresenta como o “senhor solução”, com propostas simplistas e ameaçadoras.

É evidente que respeito o direito de escolha das pessoas, o voto livre e soberano, entretanto tenho o dever, como cidadão e como parlamentar, de alertar que – se eleito presidente -, Bolsonaro será, tenham certeza, o “senhor decepção”.

Bolsonaro sempre foi um parlamentar isolado, dificilmente recebia atenção de algum colega parlamentar. Nunca teve liderança, capacidade de articulação e poder de influência. Esta semana, no plenário, fiquei impressionado com a quantidade de deputados que já apoiam Bolsonaro. Os que não se reelegeram estão atrás de emprego e os que se reelegeram e conhecem Bolsonaro sabem que estão prestando um desserviço ao País, mas já estão preocupados com a velha política do “é dando que se recebe”. São os eternos governistas de plantão.

Não tenho respeito por um parlamentar que conhece Bolsonaro, convivi com Bolsonaro e vota em Bolsonaro.

Ratifico que respeito os eleitores e eleitoras de Bolsonaro, aliás é o meu dever constitucional respeitar o contraditório. Infelizmente, Bolsonaro não tem militantes, tem adeptos. Falando inverdades, lamentavelmente ele conseguiu chegar ao coração de milhões de homens e mulheres do Brasil.

Quando Bolsonaro diz que vai dar uma arma a todo brasileiro e brasileira, ele está mentindo. Bolsonaro sabe que essa decisão não depende do presidente da República e sim do Congresso Nacional. Torço para que o Brasil reflita e não eleja Bolsonaro, não cometa esse erro histórico. Mas, se essa for a decisão majoritária do povo brasileiro, temos que desarmar os palanques e cuidar da pacificação do País. Temos que cuidar do nosso bem mais precioso: a democracia.

* Sílvio Costa (Avante) é vice-líder da oposição na Câmara dos Deputados.

No rádio, Bolsonaro se emociona com filha; Haddad afasta PT e Lula

Do Uol

Na volta do horário eleitoral para a campanha de segundo turno, os dois candidatos a presidente destacaram medos, fizeram referências às suas famílias e falaram em unir o Brasil. Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) também mencionaram a violência na campanha, tanto o atentado sofrido pelo candidato do PSL em setembro, quanto as denúncias de agressões contra apoiadores do petista em razão da disputa eleitoral.

Os espaços para os candidatos nas programações de rádio e televisão voltaram a ser veiculados nesta sexta-feira (12). Haddad e Bolsonaro têm cinco minutos cada um em quatro oportunidades ao longo do dia. Às 7h e às 12h no rádio, e às 13h e às 20h30 na televisão. Além disso, anúncios individuais serão veiculados ao longo da programação das emissoras. A propaganda eleitoral acaba em 26 de outubro, dois dias antes da realização do segundo turno.

Em seus cinco minutos, um locutor tomou a maior parte do tempo destinado a Bolsonaro no primeiro bloco de cinco minutos no rádio. Após quase três minutos de propaganda, Bolsonaro entra no programa e fala sobre seu “xodó”, a filha Laura. O áudio traz pausas longas, que demonstram a emoção de Bolsonaro ao relembrar que “já havia decidido não ter mais filhos” e tinha feito vasectomia. “Mudou muito a minha vida a chegada da Laura”.

No programa de Haddad, o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), explorado até o limite durante o primeiro turno, não foi citado uma única vez. O PT também não ganhou destaque. Haddad optou por dizer que “essa campanha não é de um partido”. “Quero contar com todos que são a favor da democracia. Eu conto com você. Vamos vencer a violência”.

Na primeira pesquisa que avaliou a disputa em segundo turno, Bolsonaro aparece com 58% dos votos válidos. Já Haddad, segundo o Datafolha, tem 42%.

Praça da Criança tem programação especial neste 12 de outubro

A Fundação de Cultura de Caruaru finalizará a Semana da Criança com animação para os pequenos. A programação, que vai das 9h às 16h, fica na Praça da Criança e contará com apresentação da Cigana Contadora de Estórias; teatro de mamulengo; recreadores e oficina de barro; maquiagem artística em rosto e apresentação circense; cine infantil e tenda de leitura.