Vereador apresenta projeto para elevar Central a patrimônio cultural de Caruaru

Um projeto de lei do vereador Alberes Lopes (PSC) vai elevar o Central Sport Club à condição de Patrimônio Cultural Imaterial de Caruaru. A proposta foi apresentada nesta quinta-feira (12) na Câmara de Municipal e colocará de vez a patativa e todas suas expressões esportivas como parte da identidade cultural do povo caruaruense.

“O Central de Caruaru é mais do que um clube de futebol é uma paixão que envolve toda a cidade. Sua história quase centenária está totalmente ligada ao desenvolvimento cultura, social e econômico do município. Nós queremos reconhecer publicamente todo o valor cultura e esportivo que o Central representa para nossa gente. Tenho certeza que este projeto vai beneficiar o Central dentro e fora de campo que receberá incentivos do poder público”, detalhou Alberes.

Ainda segundo Alberes Lopes, também se tornarão patrimônios culturais imateriais o tradicional uniforme alvinegro, com listras verticais brancas e pretas, o escudo original do time, sua gloriosa e apaixonante torcida e o centro de treinamento do clube.

–O Central Sport Club foi fundado em 15 de junho 1919. O nome é uma homenagem à Estação Central de Ferro de Pernambuco. A principal conquista do clube é título de expressão nacional: Campeão do Campeonato Brasileiro da Série B de 1986. Em 2019 o Central completará 100 anos de história, cada vez mais forte, para a alegria dos caruaruenses.

Bancada da oposição na Assembleia cobra repostas do PSB

Nota à Imprensa

 

PSB deve respostas aos pernambucanos

O povo de Pernambuco, mais uma vez, foi surpreendido pela veiculação na imprensa de novas denúncias de corrupção e desvio de recursos públicos envolvendo os governos do PSB.

Desta vez, o depoimento do empresário João Carlos Lyra, apontando como operador de esquema de corrupção que beneficiava o PSB, faz referência ao superfaturamento de 20% nas obras em que sua empresa atuou, entre elas a construção Arena Pernambuco, PE- 060, o Pier Petroleiro, a Orla de Jaboatão dos Guararapes, o Canal do Sertão, na BR-101 e a Transposição do São Francisco. Fala ainda que esses recursos seriam repassados ao partido do governador para o financiamento de campanhas eleitorais, incluindo a compra do avião que caiu, vitimando o ex-governador Eduardo Campos e integrantes de seu staff.

Mais uma vez, o Governo de Pernambuco e a direção estadual do PSB se calam diante das denúncias, como já o fizeram em relação às delações anteriores de executivos da Camargo Corrêa, Odebrecht e JBS, assim como em relação a operações da Polícia Federal como Lava-Jato, Turbulência, Vórtex, Torrentes, Fair Play, entre outras

A sociedade pernambucana não merece receber, mais uma vez, o silêncio como resposta. O povo de Pernambuco exige que o governador do Estado e o PSB, seu partido, que está há 11 anos no comando do Executivo, apresentem à população explicações sobre estas graves denúncias envolvendo figuras importantes do PSB. Os pernambucanos aguardam respostas.

Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco

Time do Central se reapresenta de olho no Série D

Após cinco dias de folga, o Central se reapresentou na manhã deste sábado (14) visando a estreia no Brasileiro da Série D.

“Tivemos um trabalho na Academia Coliseum próximo ao Estádio Lacerdão”, disse o texto enviado pela assessoria do clube.

Agora o foco é a estreia no Brasileiro no domingo da próxima semana, dia 22, contra a Jacuipense em Riachão do Jacuípe/BA.

Confira os jogadores que se apresentaram:

Goleiros: França, Denis e Elias;

Lateral direito: Paulo Fernando;

Zagueiros: Danilo Quipapá, Vitão e Luís Felipe;

Laterais esquerdos: Charles Maceió e Fernando Gomes;

Volantes: Douglas Carioca, Eduardo Erê, Fernando Pires, Ranieri, Paulinho Curuá e Weslley Oliveira;

Meias: Idevam e Rafael Busqueti;

Atacantes: Luizão, Leandro Costa, Ikson, Aílton, Grafite e Gildo;

Foram liberados e não fazem mais parte do elenco o meia Lucas Silva e o atacante Itacaré.

São aguardados para se apresentar: o lateral direito Dudu Gago, o zagueiro Bruno Oliveira, o volante Graxa e os meias Júnior Lemos e Mateus Issa.

Denúncia contra Jair Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta sexta (13) o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. Se condenado, o pré-candidato ao Planalto poderá cumprir pena de um a três anos de prisão.

Em um vídeo, que foi amplamente divulgado na internet e na imprensa, Jair Bolsonaro disse: “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”. Logo depois, ele fez um discurso de ódio contra os índios, e colocou a culpa neles pela não construção de três hidrelétricas em Roraima.

Em seguida, ele criticou os quilombolas e disse que essas comunidades tradicionais “não fazem nada” e “nem para procriador eles servem mais”. Durante o evento, o deputado também discriminou os estrangeiros, estimulou comportamentos xenofóbicos e discriminação contra imigrantes.

Além da prisão de Bolsonaro, a PGR também pede o pagamento mínimo de R$ 400 mil por danos morais coletivos. Na denúncia, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, avalia a conduta de Jair Bolsonaro como ilícita, inaceitável e severamente reprovável. Para a PGR, o discurso do deputado transcende o desrespeito aos direitos constitucionais dos grupos diretamente atingidos e viola os direitos de toda a sociedade.

STF retomará julgamento sobre restrição ao foro privilegiado no dia 2 de maio

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, pautou para dois de maio a retomada do julgamento da ação que pode resultar no fim do foro privilegiado.

No fim do ano passado, o julgamento foi iniciado em plenário, mas acabou interrompido por conta de um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. Em março, o magistrado devolveu o texto para que fosse incluído na pauta.

É importante destacar que oito ministros se manifestaram a favor de algum tipo de restrição para julgar crimes praticados por senadores e deputados, antes que o julgamento fosse interrompido. Ainda não se chegou a um consenso e, por enquanto, há divergências sobre a situação dos processos que já estão em andamento.

A maioria dos ministros entende que os senadores e deputados só devem responder a processos no STF se o crime for praticado no exercício do mandato. E se os delitos foram praticados antes do exercício do mandato, o parlamentar deve ser processado pela primeira instância da Justiça, como qualquer cidadão comum.

O foro privilegiado não é um “privilégio” de uma pessoa, e sim do cargo que ela ocupa. Esse mecanismo é garantido para algumas autoridades por ter, de acordo com o entendimento da lei, a necessidade de proteção do exercício de determinada função ou mandato.

A Constituição estabelece que todos os brasileiros e estrangeiros residentes no país são iguais perante a lei, mas o foro privilegiado pode ser considerado uma exceção a essa regra.

No Brasil, entre as autoridades que têm o foro por prerrogativa de função, estão o presidente da República, os ministros, todos os parlamentares, prefeitos, todos os membros do Ministério Público, integrantes do Poder Judiciário e do Tribunal de Contas da União (TCU).