Governador inicia ano em culto com participação de 40 mil evangélicos

O governador Paulo Câmara participou, na noite deste 1° de janeiro, da Cruzada Recuperando Vidas em Jesus, realizada tradicionalmente no Monte dos Guararapes, no município de Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife. nike requin noir or Atraindo milhares de fiéis todos os anos, a 21ª edição do culto solene, presidido pelo pastor e deputado estadual Cleiton Collins, celebrou a chegada de 2018. O governador esteve acompanhado do secretário de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Cloves Benevides. adidas nmd “É muito bom começar o ano ao lado tanta gente, com tanta fé, que se esforça para fazer o melhor pelo próximo, como a gente vê no dia a dia do trabalho das comunidades terapêuticas e do projeto Recuperando Vidas com Jesus. Isso nos dá mais energia, mais força para trabalhar por um Pernambuco melhor, para que os pernambucanos possam viver em Estado mais próximo do ideal em 2018 e nos próximos anos”, pontuou o governador. nike air max 90 pas cher O evento, que reuniu mais de 40 mil pessoas, é realizado em diversas cidades do Estado durante o ano, recebendo milhares de quilos de alimentos não perecíveis doados pelos fiéis. adidas ultra boost Os produtos são distribuídos para casas de recuperação assistidas pelo projeto, localizadas no Recife (sede), Paulista e Vitória de Santo Antão.

Opinião: Os Caminhos da Cultura em 2018 – por Paulo Nailson*

Se fossemos fazer uma lista dos fatos marcantes do ano no campo cultural de Caruaru o que poderíamos destacar como avanço, estagnação ou retrocesso?

A gestão publicou relatório onde se podem pontuar avanços na descentralização do São João, contemplando bairros e zona rural, mas com pouca adesão de público e também necessitando de ajustes em todo esquema. As prévias carnavalescas receberam bom trato. Saindo do foco de festas e eventos, vamos partir para algo mais denso.

A III Conferência Municipal de Cultura, em 2013, legitimada por uma participação histórica de 375 pessoas, sendo 261 representando a sociedade civil, 106 do governo e 08 convidados. Apontou para as demandas e cada gestor fez o que esteve ao seu alcance para atendê-las. Vale ressaltar que em 6 anos a Fundação de Cultura teve 04 presidentes (entre 2012 e 2017): José Pereira, André Alexei, Lúcia Lima e agora Lúcio Omena; em relação a diretoria de Cultura, contabilizamos dois gestores nos 8 anos de Queiroz: Djair Vasconcelos e Edileuza Portela; Porém, em apenas um ano da atual gestão, observamos três Diretores, primeiro a manutenção de Dja, depois Fúlvio Wagner e agora Jô Barbosa, o que mostra que precisa haver ainda um melhor ajuste nesse gerenciamento.

Há uma cobrança antiga também em relação a criação da Secretaria de Cultura. Na gestão de Tony Gel aconteceu a primeira Conferência Municipal de Cultura que serviu de preparação para passos concretos futuros. Mas coube a gestão Queiroz realizar a II e a III, e o Acordo com Brasília firmando compromisso de implantação do Sistema Municipal de Cultura (Conferências e Fóruns, criação do Conselho Municipal de Política Cultural, Plano de Trabalho para 10 anos e Fundo Municipal de Cultura). Foi nessa gestão que notadamente as linguagens estavam ativas com seus fóruns permanentes: Audiovisual; Fotografia; Artes Cênicas; Agentes Culturais; Artes Visuais; Música; Cultura Popular; Povos Tradicionais; Dança; Instituições Culturais não Governamentais; Arquitetura, Urbanismo e Patrimônio Cultural; Literatura, leitura e livro; Gastronomia; Design; e Artesanato.

Toda semana havia mobilização envolvendo no mínimo dois ou três desses segmentos. Criou-se a Lei do Sistema Municipal de Política Cultural, o Conselho Municipal de Política Cultural, Regimento Interno do Conselho, reuniões mensais ordinárias (com frequência crescente da sociedade civil chegando a dar o dobro do público presente). Comissões encaminharam o Plano de Trabalho deixando pronto para análise jurídica e uma prévia do Fundo também. Caruaru seguia sendo uma das referências na implantação do Sistema em todo Brasil.

No primeiro ano da gestão Raquel, pode-se dizer que retrocedeu nesse aspecto. O prazo em cumprir o Acordo com a Federação não foi cumprido, o Fundo Municipal de Cultura aprovado inclusive pelo Conselho, no final de novembro, foi enviado pelo Executivo para Câmara Municipal e acabou voltando por ter sido enviado de forma equivocada. Deve ser reapresentado em 2018, mas há questionamentos:

Se a recomendação é fazer primeiro o plano de Trabalho e depois o Fundo, qual o motivo de enviar o Fundo primeiro?

Como o Conselho de Cultura pode aceitar só uma vaga na Comissão criada? Se a comissão tem a finalidade de FISCALIZAR o Fundo, o Conselho vai atuar como? O fundo é gerido pela Fundação, mas fiscalizado pelo Conselho, agora a proposta é criar uma Comissão que inclusive vai receber mensalmente para essa finalidade.

Vale ressaltar que em nenhum momento quero questionar outros possíveis avanços proporcionados pela gestão no campo cultural, como a criação da Lei do Patrimônio Vivo, não quero debruçar sobre eles, lamento pela desatenção dada ao SMC, ou seja, finalizou-se o ano sem Plano e sem Fundo.

É direito dessa gestão implantar sua Política de Governo, isso vem naturalmente com a alternância de poder. Cada governo monta sua equipe e tem seus projetos, que por sua vez se transformam em políticas públicas.

É dever urgente, entretanto, ter e manter Política de Estado. É nela que, independente do governo e do governante, a população é melhor beneficiada, pois é amparada por leis e a Constituição.

Que 2018 seja o ano de retomar o Acordo com Brasília, reativar os Fóruns Permanentes, aprovar o Plano de Cultura para os próximos dez anos e que se tenha um olhar mais atento antes de aprovar o Fundo Municipal de Cultura na forma como está proposto. Quem sabe o chamamento para IV Conferência Municipal de Cultura, que está silenciada, ajude a chegar nesses caminhos.

*Paulo Nailson A. Lima é colaborador

UPE abre 7 mil vagas para cursos em PE nesta terça-feira (02)

Com matrículas abertas a partir de 02 de janeiro até 04 de fevereiro, a Universidade de Pernambuco – UPE – e o Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco – IAUPE, abrem o processo de inscrição para o Programa de Línguas e Informática – PROLINFO -. As oportunidades de formação profissional estarão disponiveis em Recife e em toda a estrutura multicampi da UPE espalhada no estado de Pernambuco. Ao total serão nove cidades contempladas para receber os cursos: Nazaré da Mata, Palmares, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Salgueiro, Serra Talhada e Petrolina.

O PROLINFO é um programa de extensão universitária pertencente à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura – PROEC -, da UPE, e ao Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco – IAUPE -. O diferencial do programa é a oferta de cursos com alta qualidade em contrapartida ao investimento simbólico feito pelos seus estudantes. No PROLINFO o material didático também é inteiramente gratuito e não há cobrança de mensalidades. Todos os cursos conferem certificado emitido pela Universidade de Pernambuco – UPE – & IAUPE.

Os interessados em participar do PROLINFO devem realizar sua matrícula exclusivamente pela internet, acessando o site: www.prolinfo.com.br.

As aulas são presenciais (em unidades da UPE e escolas parceiras) e acontecem durante a semana, ou apenas aos sábados, à disposição do estudante.

As vagas são limitadas e a procura pelo curso é muito grande, as matrículas só acontecem duas vezes por ano.

O único requisito para se inscrever é ter CPF para realizar a matrícula no programa. Em todo o estado serão ofertadas 7.000 vagas distribuídas no turno da manhã, tarde e noite

Salário mínimo vai para R$ 954 em 1º de janeiro

O presidente Michel Temer assinou um decreto que altera o valor do salário mínimo. A partir do dia 1º de janeiro, a remuneração será de R$ 954, uma diferença de R$ 17 ao valor atual do vencimento, que é de R$ 937. O reajuste será menor do que a estimativa aprovada pelo Congresso Nacional, de R$ 965. Com essa redução, o governo federal prevê economizar mais de R$ 3 bilhões.

O decreto presidencial também estabelece que o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 31,80 e o valor horário será de R$ 4,34. Estima-se que cerca de 45 milhões de pessoas recebem o salário mínimo no país, entre aposentados e pensionistas.

Para o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, o Dieese, o valor do salário mínimo proposta para 2018 ainda está longe do valor considerado “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Segundo o cálculo do órgão, a remuneração ideal deveria ser de R$ 3.731,39 em novembro deste ano.