Líder comunitário e ex-candidato a vereador sofre tentativa de homicídio em Caruaru 


Na madrugada deste domingo (30) o líder comunitário José de Arimateia Nunes Medeiros sofreu uma tentativa de homicídio. O crime aconteceu no Distrito de Lajes, zona rural de Caruaru. Segundo a polícia, ao chegar em casa, um homem se aproximou dele e efetuou vários disparos, um deles atingindo a vítima. Ele conseguiu fugir e foi até o posto da Polícia Rodoviária Federal, na Juriti, onde foi socorrido pelo Samu. 

Ele foi socorrido para o Hospital Regional do Agreste e passa bem. José de Arimateia foi candidato a vereador em 2016 pelo PEN. Ele não foi eleito. 

Governo Lula é o mais corrupto da história, mostra Datafolha


Da Folha 

Se logrou obter um aumento nas suas intenções de voto na mais recente pesquisa Datafolha, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viu seu governo ser avaliado como o que mais registrou corrupção na história no mesmo levantamento.

Para 32% dos 2.781 ouvidos na quarta (26) e quinta (27), a gestão Lula (2003-2010) foi campeã no quesito. Em fevereiro de 2016, eram 20%; em dezembro de 2015, 17%; e em fevereiro de 2014, só 12%.

Em movimento inverso, a sucessora indicada por Lula, Dilma Rousseff (PT), caiu para o segundo lugar nessa avaliação negativa. Seu governo, eleito em 2010, reeleito em 2014 e impedido em 2016, foi o que mais teve corrupção para 22% dos ouvidos –contra 34% em 2016, 37% em 2015 e 20% em 2014.

Antes paradigma na imagem de corrupção, devido ao impeachment de 1992, a gestão Fernando Collor de Mello hoje é vista como a pior no quesito por 11% dos brasileiros, caindo de 29% em 2014. Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 1995-2002) segue com boa avaliação: caiu de 13% em 2014 para 9% agora.

Em 2015, 60% consideravam que o governo Dilma era o que mais tinha investigado corrupção. Lula vinha a seguir, com 10%. Agora, a gestão da petista pontua 48%, com a de seu padrinho político registrando 28%.

O mesmo ocorre na percepção de que os corruptos estão sendo mais punidos. Em 2015, 48% achavam que isso ocorria mais sob Dilma e 7%, sob Lula. Agora são 41% e 16%, respectivamente.

Isso pode significar que um dos pontos de venda do PT, o de que permitiu e estimulou investigações ao garantir a independência do Ministério Público e da Polícia Federal, vem perdendo apelo.

Mas também é preciso considerar que talvez os entrevistados tenham a percepção de que houve mais punição justamente por haver mais casos de corrupção.

Em ambos os quesitos, o tucano FHC fica bem atrás: apenas 2% creem que havia mais investigação e punição durante sua gestão.

Congresso 

A imagem da Câmara e do Senado segue ruim, no seu pior nível desde que o Datafolha começou a avaliar legislaturas, em 1990.

Para 58% dos entrevistados, os parlamentares são ruins ou péssimos, enquanto 31% os consideram regulares e apenas 7%, ótimos ou bons. Os índices são os mesmos do levantamento de dezembro passado.

Impopularidade de Temer explode, diz Datafolha 


A impopularidade do governo Michel Temer aumentou e já pode ser comparada à de sua antecessora Dilma Rousseff, às vésperas da abertura do processo de impeachment que cassou o mandato da petista.

Pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (30), revela que a gestão do peemedebista tem 61% de avaliação ruim ou péssima. O governo Temer é considerado regular por 28% dos eleitores e tem apenas 9% de ótimo ou bom.

Em uma eventual candidatura à reeleição, Michel Temer vê a rejeição a seu nome subir de 45% para 64% de dezembro para cá. O presidente já disse que aproveita a sua impopularidade para tentar fazer avançar uma agenda de reformas de difícil aprovação popular.

A pesquisa foi feita na quarta e na quinta-feira, antes da greve geral com 2.781 eleitores, em 172 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Datafolha: Lula cresce, Bolsonaro é 2º , Moro já surge


Folha de S.Paulo – Igor Gielow

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cresceu e aparece no segundo lugar da corrida para a Presidência em 2018, empatado tecnicamente com a ex-senadora Marina Silva (Rede). É o que aponta a primeira pesquisa Datafolha após a divulgação de detalhes da delação da Odebrecht, que atingiu em cheio presidenciáveis tucanos – que veem o prefeito paulistano, João Doria (PSDB), surgir com índices mais competitivos. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, mantém-se na liderança apesar das menções no noticiário recente da Lava Jato.

O Datafolha fez 2.781 entrevistas, em 172 municípios, na quarta (26) e na quinta (27), antes da greve geral de sexta (28). A margem de erro é de dois pontos percentuais.

O deputado Bolsonaro, que tem posições conservadoras e de extrema direita, subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos dois cenários em que é possível acompanhar a evolução. Nesses e em outros dois com candidatos diversos, Bolsonaro empata com Marina.

Ele é o segundo nome mais lembrado de forma espontânea, com 7%. É menos que os 16% de Lula, mas acima dos 1% dos outros.

Com uma intenção de voto concentrada em jovens instruídos e de maior renda, Bolsonaro se favorece da imagem de “outsider” com baixa rejeição (23%) e do fato de que o Datafolha já registrava em 2014 uma tendência conservadora no eleitorado.

Ele parece ocupar o vácuo deixado por lideranças tradicionais de centro-direita do PSDB, golpeadas na Lava Jato, confirmando a avaliação de que há espaço para candidaturas que se vendam como antipolíticas em 2018.

Aécio: tão rejeitado quanto Lula

O senador Aécio Neves (MG), que terminou em segundo em 2014 e hoje é investigado sob suspeita de corrupção e caixa dois, é o exemplo mais eloquente da crise tucana. É tão rejeitado quanto Lula: não votariam nele 44%, contra 30% no levantamento de dezembro passado. Sua intenção de voto oscilou de 11% para 8%, quando era de 26% no fim de 2015.

Já o governador Geraldo Alckmin (SP) viu sua rejeição pular de 17% para 28%, e sua intenção de voto oscilou para baixo, de 8% para 6%. Até a delação da Odebrecht, em que é suspeito de receber R$ 10,7 milhões em caixa dois, ele passava relativamente ao largo da Lava Jato.

Marina, com “recall” de candidata em 2010 e 2014, registra tendência de queda nos cenários de primeiro turno. Para o segundo turno, ela segue na liderança, mas empata tecnicamente com Lula.

O ex-presidente mostra resiliência enquanto surgem relatos de sua relação com a construtora OAS e tendo a possibilidade de ficar inelegível se for condenado em duas instâncias na Lava Jato.

Nos dois cenários aferíveis, suas intenções subiram para 30%, saindo de 25% e 26%.

Lula atinge assim o terço do eleitorado que era considerado, antes da debacle do governo Dilma Rousseff, o piso de saída do PT. Parte do desempenho pode estar associado à vocalização da oposição ao governo Michel Temer (PMDB), impopular.

Moro começa a aparecer

Já na pesquisa de segundo turno, Lula derrota todos exceto Marina e um nome que não havia sido testado até agora: o do juiz Sergio Moro, que comanda processos contra o ex-presidente na primeira instância da Lava Jato.

Sem partido, Moro supera Lula numericamente, com empate técnico: 42% a 40%. No cenário de primeiro turno em que é incluído, o juiz chega tecnicamente em segundo. Neste cenário, o apresentador Luciano Huck (sem partido, mas sondado pelo Novo), estreia com 3%.

Outro neófito na pesquisa é Doria, que tem tido o nome cada vez mais citado como pré-candidato ao Planalto. Ele ultrapassa seu padrinho Alckmin, ainda que dentro da margem de erro. E tem duas vantagens importantes: ainda não é um nome nacionalmente conhecido e tem baixa rejeição, de 16%.

Na hipótese de ser o candidato tucano com Lula, Doria pontua 9% no quarto lugar. Sem Lula, sobe para 11% mas fica na mesma posição, ultrapassado por Ciro Gomes (PDT) –que tenta se posicionar como nome da esquerda caso o petista não concorra. No segundo turno, Doria perderia para Lula, Marina e Ciro.

Entenda o porquê de Caruaru ficar na 68ª posição entre as 100 melhores cidades para se viver

Educação teve os piores resultados

Educação teve os piores resultados

Lembram daquele ranking divulgado ano passado sobre as melhores cidades para se viver? Foi a maior treta, já que o estudo feito pela consultoria Macroplan avalia as 100 maiores cidades brasileiras em termos de população (com mais de 266 mil habitantes). Segundo o estudo, Maringá, no Paraná, é a melhor cidade para se viver no Brasil.

Em contraposição, a pior cidade do ranking é Ananindeua, no Pará, que ficou no 100° lugar. Curitiba é a capital mais bem posicionada, em 9° lugar, enquanto São Paulo ficou com a 21ª
posição. Mas e Caruaru? A capital do Agreste vinha em 86ª no ranking, ficando entre as piores com mais de 100 mil habitantes.

Pois bem, no estudo divulgado na Revista InFoMoney, Caruaru melhorou e ocupa agora a 68ª posição entre os 100 maiores municípios. A cidade pernambucana melhor colocada é Petrolina em 45º lugar. Mas Caruaru ficou a frente do Recife, que caiu para a 71ª, Olinda em 81º, Paulista em 86º e Jaboatão dos Guararapes 91º.

Índices
No quesito educação, Caruaru andou pra trás. Em 2005, a cidade ocupava a posição 78º e em 2016 caiu para 81ª. Em segurança, apesar do atual momento delicado, os números mostram uma melhora: em 2005, Caruaru ocupava a 95ª posição, subindo para 67º em 2016. Outra evolução, aconteceu na área da saúde.

De acordo com a consultoria, Caruaru ocupava a 90ª posição em 2005, indo para a 53ª ano passado. Já com relação a melhoras na infraestrutura, o município melhorou. Era o 71º em 2005 e passou para 61ª em 2016.

Com relação a transparência, a cidade de Caruaru ocupa a modesta posição 77 entre os 100 maiores municípios. Uma das críticas do estudo aponta o município entre as 16 cidades que não possuem o Plano Diretor Atualizado.

Saúde tem os melhores resultados

Saúde tem os melhores resultados

Prorrogado o prazo para renovação dos contratos do Fies

O MEC prorrogou até 31 de maio o prazo de renovação dos contratos junto ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2017. A mudança, que objetiva ampliar o tempo para que os interessados não percam o benefício, foi publicada por meio de portaria do Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 28.
O aditamento teve início em 16 de janeiro, logo após as instituições de ensino superior privadas inserirem os dados cadastrais do aluno no Sistema Informatizado do Fies (SisFies). A expectativa é atender aproximadamente 1,3 milhão de jovens e adultos que tiveram os contratos formalizados até o final de 2016, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC.

Modelos 

Para que o financiamento continue em vigor, sua renovação é obrigatória semestralmente, obedecendo às regras estabelecidas pelo MEC. A renovação pode ser feita a partir de dois modelos: o simplificado – caso não seja necessário alterar nenhuma informação inicial, bastando apenas a validação no SisFies – e o não simplificado, quando houver alterações nas cláusulas do acordo firmado.

Ainda de acordo com portaria publicada no DOU, também foram prorrogados para 31 de maio o período de transferência integral de curso ou de instituição de ensino e a solicitação de dilatação do prazo de utilização do financiamento referente ao primeiro semestre de 2017.

Temer diz que respeita manifestações, mas garante que Reformas seguirão trâmite no Congresso 


Nota oficial

As manifestações políticas convocadas para esta sexta-feira ocorreram livremente em todo país. Houve a mais ampla garantia ao direito de expressão, mesmo nas menores aglomerações. Infelizmente, pequenos grupos bloquearam rodovias e avenidas para impedir o direito de ir e vir do cidadão, que acabou impossibilitado de chegar ao seu local de trabalho ou de transitar livremente. Fatos isolados de violência também foram registrados, como os lamentáveis e graves incidentes ocorridos no Rio de Janeiro.

O governo federal reafirma seu compromisso com a democracia e com as instituições brasileiras. O trabalho em prol da modernização da legislação nacional continuará, com debate amplo e franco, realizado na arena adequada para essa discussão, que é o Congresso Nacional. De forma ordeira e obstinada, o trabalhador brasileiro luta intensamente nos últimos meses para superar a maior recessão econômica que o país já enfrentou em sua história. A esse esforço se somam todas as ações do governo, que acredita na força da unidade de nosso país para vencer a crise que herdamos e trazer o Brasil de volta aos trilhos do desenvolvimento social e do crescimento econômico.

Michel Temer
Presidente da República

Humberto comemora resultado das manifestações 


Após acompanhar por todo o trajeto a manifestação contra as Reformas Trabalhista e da Previdência no Recife, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), disse que a greve geral foi uma das maiores manifestações políticasdesde a democratização do país. Segundo a CUT, cerca de 40 milhões de trabalhadores pararam as atividades no dia de hoje em todo o Brasil. Somente no Recife, os organizadores calculam que 200 mil pessoas participaram do ato.

“Foi um momento histórico. Uma das maiores manifestações políticas da história do País. Desde 1980, o Brasil não sabia o que era uma greve geral e hoje vimos os trabalhadores pararem para dizer que não aceitam o governo Temer e nem o modelo que ele quer implantar para o povo.”

No Recife, o ato saiu da Praça do Derby, seguiu pela Conde da Boa Vista até chegar na Praça do Independência, num trajeto decerca de três quilômetros. Centenas de municípios em todo o País tiveram manifestações semelhantes. Só no Recife, mais de 50 categorias confirmaram a sua adesão à greve, entre elas a Polícia Civil, os metroviários, rodoviários e bancários. Igrejas Católicas e Evangélicas também apoiaram o movimento.

Para Humberto, a greve de hoje aumenta a pressão contra os projetos de Reforma Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional e mostram o desejo da sociedade do fim do governo de Michel Temer. “Acho que esse ato de hoje dá ainda mais força contra essas reformas. O debate contra a Reforma da Previdência na Câmara e a Reforma Trabalhista no Senado ganham outra dimensão após o dia de hoje. O governo Temer acabou e a gente pode ver isso com a greve geral de hoje. Precisamos ouvir as vozes das ruas”, analisou Humberto.

Vereador promove ação social no Bairro São Francisco 


Neste sábado (29) o vereador Allyson da Farmácia promoverá uma ação social no bairro São Francisco. O evento está previsto para durar por toda a manhã, na praça da igreja São Francisco. Vários colaboradores como a Faculdade Maurício de Nassau, as Óticas Diniz, a Caruaru Polpas e o centro de Assistência Social CASEVABE, do próprio bairro estarão presentes.

Vários serviços serão orfetados como: aferição de pressão, tipagem sanguínea, exame de vista, aplicação de flúor, palestras educativas entre outros.

“Convido todos a participem conosco deste dia especial e alegre. É com muito carinho que tudo está sendo preparado, para que tenhamos um evento agradável, e reforço a importância deste tipo de evento para os bairros.” disse Allyson.