Vereador pede reforma em pista de cooper

O vereador Marcelo Gomes (PSB), solicitou a reestruturação da pista de cooper da praça Chico Porto, no Bairro Maurício de Nassau. O pedido foi realizado através do requerimento nº 1923/2014. De acordo com o socialista, muitas pessoas utilizam o local para praticar esportes e, atualmente, a pista não conta mais com a infraestrutura necessária, sendo urgente o recapeamento e a pintura da metragem.

“A Praça Chico Porto é bastante utilizada pela população, principalmente por quem pratica atividades físicas, tão indispensáveis à saúde. Um dos principais atrativos do local é a pista de corrida, ampla e com arborização que permite realizar melhor os exercícios físicos. Entretanto, a pista de corrida está com sérios problemas na estrutura, sendo necessário o recapeamento do local”, afirmou Marcelo.

Queiroz nega atentado, mas confirma que veículo o seguiu até em casa

O prefeito José Queiroz informa à imprensa que não houve qualquer tentativa de sequestro ou atentado contra ele nos últimos dias. O que aconteceu foi uma situação comum, na rotina de grandes cidades. Ao sair do prédio de seu filho Wolney Queiroz, que fica vizinho ao dele, a cerca de 10 metros, ele percebeu a movimentação de um veículo o acompanhando nesse pequeno trajeto. Para se prevenir de uma eventualidade, o prefeito entrou rapidamente no prédio dele.

Não houve queixa à polícia, nem pedido de investigação, esclarece Queiroz, por considerar que houve apenas precaução.

Armando se despede do Senado e anuncia medida para recuperar a economia

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O senador Armando Monteiro (PTB-PE) fez seu último discurso no plenário do Senado antes de assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior anunciando que o MDIC será “ponta de lança” do processo de reativação da atividade econômica, com medidas que darão maior competitividade às empresas.

Monteiro, que será empossado em 1º de janeiro, defendeu que a retomada do crescimento econômico deve ter por base a indústria, por se caracterizar como setor que gera inovação tecnológica e emprego de qualidade. “Não podemos permitir que a indústria continue a perder posição relativa de participação no PIB, o Produto Interno Bruto”, enfatizou.

Diante de apartes de vários senadores, ressaltou que o MDIC terá papel proativo na retomada do crescimento econômico mesmo diante de uma conjuntura econômica restritiva, de severa contenção dos gastos públicos.

O senador Antônio Aureliano (PSDB-MG) disse que, mesmo sendo de oposição, elogiava a presidente Dilma Rousseff pela indicação de Armando Monteiro para o MDIC. “Vossa Excelência é uma luz no meio da descrença deste governo”, declarou. “Foi a escolha certa, do homem certo”, pontuou por sua vez a senadora Ana Amélia (PP-RS), depois de acentuar ter posição independente e votado no candidato Aécio Neves. Já o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) declarou ter Monteiro “conhecimento e experiência” para uma boa atuação como ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Especialista analisa a baixa produtividade no Brasil no Ponto a Ponto deste sábado (20)

A produtividade no Brasil, além da importância, os estímulos e impasses do setor industrial brasileiro, são tema do Programa Ponto a Ponto, que vai ao ar neste sábado (20), com Mônica Bergamo e Antonio Lavareda, na Band News TV, a partir da meia-noite. A convidada é a doutora em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Fernanda de Negri, que comenta sobre a estagnação da produtividade no país desde os anos 1970.

“Os governos não estão parados. Apesar de haver investimentos na área industrial nos últimos anos, passamos muito tempo com baixo crescimento. O Brasil passou por um novo processo de crescimento a partir dos anos 2000, porém teve que lidar com uma estrutura congelada no início dos anos 1980”, afirma a especialista. “As obras de infraestrutura recentes não foram rápidas o suficiente para dar conta desse passado”, pontua.

Questionada pela jornalista Mônica Bergamo sobre a desaceleração do crescimento econômico e a possibilidade de um aumento no desemprego nos próximos anos, Fernanda de Negri aponta que “o espaço para reduzir o gasto fiscal é muito pequeno”. “O governo terá que comprometer certos investimentos para pagar as contas”, diz. Para a pesquisadora, uma possível solução para não comprometer esse orçamento, é ampliar participação do setor privado na economia.

Com três livros publicados, entre os quais a sua dissertação de mestrado “Desempenho Comercial das Empresas Estrangeiras no Brasil na Década de 90 – obra pela qual recebeu o Prêmio BNDES de Economia – De Negri foi chefe da Assessoria de Acompanhamento e Avaliação do Ministério da Ciência e Tecnologia e assessora econômica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O programa Ponto a Ponto vai ao ar neste sábado (20), à meia-noite, no canal de TV Band News. A entrevista também poderá ser vista no domingo (21) às 16h30, 20h30 e meia-noite.

Opinião – Um grande viva as famílias sem-teto de Caruaru – por Paulo Naílson*

Esta semana foi histórica para centenas de famílias Sem-Teto de Pernambuco. Uma conquista iniciada em 2001, quando
surgiu o movimento através de muita luta, resistência e perseverança. Presenciei o início do movimento em nossa cidade em 2001, quando famílias foram expulsas com muita violência pela polícia, próximo do local onde hoje funciona o Hospital Regional. Tivemos vários companheiros e companheiras feridos e até presos, foi neste momento em que conheci o Reverendo Marcos, líder do movimento.

Depois presenciei a primeira ocupação na Vila Padre Inácio, em seguida a ocupações na Favela Girassol, Cedro e Alto do Moura. Implantamos várias discussões com as famílias sobre o Artigo 6 da Constituição onde constam vários direitos de cidadania.
Fiz bons amigos e amigas e vários destes tombaram na luta ou durante ela. Estivemos juntos em momentos de dor na perda de companheiros sem tetos ou de ação truculenta contra as famílias por parte de autoridades, em vigílias pela madrugada junto com as famílias para evitar despejos de surpresa, em marchas de celebração ou de protestos, em encontros e cursos de formação de militantes, em canções, abraços fraternos e sorrisos esperançosos, será por tudo isso um dia de gratidão e conquista, mas principalmente dia de erguer os olhos e contemplar o quanto ainda podemos juntos (Governos e autoridades Municipal, Estadual e Federal, Sociedade Civil Organizada e Imprensa) contabilizar diante da gritante situação de desigualdade Social avanços significativos que sinalizem para uma sociedade mais justa e humanitária.

A situação da moradia no Brasil ainda é mais preocupante do que se pode imaginar. Embora exista ultimamente gestos significativos de melhoria na situação habitacional, em geral os governos têm sido omissos ou pior, cúmplices da bárbara injustiça que sofre milhões de famílias empobrecidas nas cidades. As grandes metrópoles estão sendo tratadas como empresas. Por isso competem entre elas para ver qual atrai mais empreendimentos do capital. A especulação imobiliária devasta os municípios. Muitas áreas ocupadas pelos pobres há décadas agora passam a ser consideradas áreas de riscos, mas porque se tornaram áreas de ricos. O que mais ameaça os pobres não são os riscos geológicos, mas a especulação e os riscos sociais.

O imenso déficit habitacional aponta para sete milhões de famílias sem-casa no Brasil enquanto há cerca de sete milhões de imóveis ociosos e vazios. Movimentos e entidades (inclusive setores progressista eclesiástico) dão importante contribuição unindo, organizando e partindo para a luta coletiva. A experiência da ocupação Che Guevara, no Alto do Moura demonstra que quase cem famílias se libertaram da cruz do aluguel e da humilhação da vida de favor. Receberam suas casas, na luta, na raça, com garra e fé no Deus, que tal como creio, é solidário e libertador.

Aos ainda Sem Teto uma mensagem de não desanimar nunca da luta coletiva! Pois só perde quem não entra no coletivo ou quem desiste da lutar! Ainda temos muito chão a avançar e mais outro lote de casas já estão certos de serem entregues. Aos que já conseguiram moradia não parem de apoiar o Movimento. Cultivando a amizade, o companheirismo, pois há outros que precisam se engajar na luta e o fato de já conseguir sua casa não significa que já está tudo conquistado.

Muitas vezes em assembleias com as famílias alguns me perguntavam: “Será que conseguiremos um dia nossa casinha?” Eu reforçava: “Se permanecermos nos ajudando, aumentando e conscientizando o grupo sim”. Tal qual Hebe Bonafini (Madres de la Plaza de Mayo) afirmava: “A única luta que se perde é a que se abandona”. Então a continuidade é fundamental. Parabéns a todos companheiros e companheiras que acreditaram e marcharam firmes até esta conquista histórica e marcante.

Duclecier, Manuel, Alessandra e Maria do Socorro (in Memorian) e Salatiel Brandão (impossibilitado) Presente! Presente! Presente!

*Paulo Nailson escreve semanalmente no blog Política de AaZ. No Jornal de Caruaru tem a coluna Cultura e Cidadania e é responsável pelo blog presentiaonline. Atua na Cultura e no meio político.

Leonardo: “É choro de perdedor essa história dos vereadores”

O vereador Leonardo Chaves (PSD) reeleito para comandar a Casa Jornalista José Carlos Florêncio por mais dois anos comentou as reclamações dos vereadores Eduardo Cantarelli, Gilberto de Dora e Edjailson da Caru Forró sobre uma possível manipulação nas cédulas da eleição para a Mesa Diretora. Ele não quis polemizar a situação, mas garantiu que não existe a menor possibilidade de uma fraude para que os demais parlamentares votassem nele e nos demais membros eleitos para a Mesa. De acordo com ele, os derrotados devem aceitar o resultado.

“O voto é secreto e não existe a menor possibilidade de manipulação. Isso é choro de perdedor. A eleição foi uma das mais disputadas da história, mas eles devem aceitar o resultado”, disse.

Vereador diz que houve fraude e vai pedir anulação da eleição da Câmara de Caruaru

A eleição mal terminou e e uma nova polêmica envolve a Câmara Municipal. O vereador Edjailson da Caru Forró (PT do B) informou que vai solicitar a anulação da eleição. Segundo ele, houve fraude no pleito. “Devido a várias cédulas estarem marcadas, vou pedir a anulação dessa votação”, disse. Após a fala do vereador, algumas pessoas aplaudiram e os demais vereadores seguiram em silêncio. Outro que reclamou bastante foi Gilberto de Dora.

Aliado do prefeito José Queiroz, o socialista reclamou da interferência do prefeito José Queiroz, que segundo ele, chegou a ameaçar os demais pares para votar a favor da reeleição de Leonardo Chaves. Eduardo Cantarelli foi outro que nos bastidores disse que as cédulas estavam marcadas. Os vereadores afirmam que pontos indicavam os votos.

Edmilson do Salgado vence a 4ª secretaria

Terminou a eleição para a nova Mesa Diretora da Câmara de Caruaru. O vereador Edmilson do Salgado (PCdoB) venceu por 11 votos a 10 a Heleno do Inocoop (PRTB) e será o novo 4º secretário da Casa Jornalista José Carlos Florêncio. Um voto foi dado a Gilberto de Dora. A nova Mesa da seguinte maneira: Leonardo Chaves (presidente), Lula Tôrres (1º vice-presidente); Cecílio Pedro (2º vice-presidente); Sivaldo Oliveira (1º secretário); Ranilson Enfermeiro (2º secretário); Eduardo Cantarelli (3º secretário); e Edmilson do Salgado (4º secretário).

Eduardo Cantarelli vence Romildo na disputa pela 3ª secretaria

Terminou a apuração dos votos na disputa pela 3ª secretaria da Câmara Municipal de Caruaru. O vereador Eduardo Cantarelli (SD) venceu a disputa contra Romildo Oscar (PTN) por 12 votos a 10. Cantarelli apoiou Gilberto de Dora e foi mais uma surpresa no pleito mais emblemático dos últimos anos. Já Romildo perde uma eleição que tinha dado como certa. Desde o início das especulações que ele manifestou o interesse de fazer parte da Mesa, já que em sete eleições ele não tinha espaço. Os vereadores seguem agora para a disputa da última vaga na Comissão Executiva, a 4ª secretaria.

Ranilson derrota Louro do Juá na disputa pela 2ª secretaria

Com 14 votos a 8, o vereador Ranilson Enfermeiro (PTB) superou Louro do Juá e foi eleito o 2º secretário, fechando a Mesa Diretora. Ranilson exigiu participar da Mesa e chegou a Casa disposto a negociar o voto. Ele foi mais um da chapa que apoiou Gilberto de Dora. Foi até agora a maior diferença desde o início da votação para à presidência. Louro foi um dos primeiros a promoverem a articulação para garantir a vitória de Leonardo Chaves.