PT lança nome de Daniel Finizola para disputar uma vaga de deputado federal

Na tarde desse Sábado (17) o Partido dos Trabalhadores realizou em Caruaru, um encontro com militantes e simpatizantes do partido, para fortalecer o nome do ex-presidente Lula e também a filiação de novos partidários.

A ação contou com a presença do vereador do PT na cidade, Daniel Finozola, o vice-presidente do PT em Pernambuco, Glaucus Lima e a Deputada Estadual Teresa Leitão.

O destaque do encontro foi para o lançamento da pré-candidatura de Daniel Finiziola para Deputado Federal, formando assim uma dobradinha com Teresa Leitão, que vai em busca da reeleição. Com isso, a petista ganha apoio na cidade.

Deputado lamenta morte de ex-prefeito de Toritama

NOTA DE PESAR

Foi com profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento do senhor Narciso Lima, ex-prefeito e homem público da cidade de Toritama, na manhã deste sábado (17).

Narciso de Souza Lima construiu uma brilhante história na política da ‘Terra do Jeans’. Foi prefeito, vice-prefeito e vereador. Ajudou na consolidação de Toritama dentro do nosso Polo de Confecções.

Na última campanha eleitoral, pudemos juntos participar e apoiar a candidata Lucinha Pereira, que disputou ao lado Narciso, seu candidato a vice-prefeito. Vi de perto o exemplo de homem público e pessoa de família, humilde e simples no seu jeito de tratar o povo.

A todos os familiares e amigos estendo os meus pêsames. Que Deus possa confortar a todos e coloque o grande Narciso em um bom lugar.

Diogo Moraes

Deputado Estadual

Morre ex-prefeito de Toritama

Do Blog do Ney Lima

O ex-prefeito de Toritama, Narcizo Celestino de Lima, morreu na manhã deste sábado (17), após dois meses lutando contra problemas cardíacos. Ele havia passado por uma cirurgia recentemente no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, onde veio a falecer após dois meses de internação.

Histórico

Narcizo Lima disputou a última eleição como Vice na chapa de Lucinha Pereira, a pedido do filho, o também ex-prefeito Flávio Lima, mas o desejo de Narcizo naquela ocasião era disputar uma vaga na câmara municipal de Toritama. Ele dizia que queria encerrar a carreira política como começou, vereador.

Mas o filho o convenceu a sair na chapa majoritária. Foi uma espécie de selar de vez a paz entre as famílias “Lima e Fuló (como é conhecida a família Pereira)”.

Pois na década de 80, houve um incidente que ocasionou uma briga entre Narcizo Lima e Doro de Fuló, deixando por um bom tempo essa rixa entre as famílias, no campo político, mas na última campanha eleitoral, os filhos de Narcizo Lima e Dorival José Pereira trataram de acabar de vez com essa rixa, colocando na chapa majoritária, Lucinha Pereira (irmã de Doro e herdeira política da família Fuló) e Narcizo Lima.

Em suas entrevistas e na própria campanha eleitoral, Narcizo dizia-se realizado e que nada mais lhe faltava, pois independente do resultado das urnas eletrônicas, ele já era um vencedor, não só pela sua trajetória política e de vida, mas por chegar naquele momento sem nenhum inimigo ou adversário.

Narcizo Lima que era fiel aliado e defensor do cidadão e político, José J. de Araújo (o idealizador da emancipação política de Toritama). Narcizo relatava com orgulho a sua trajetória política.

De menino de recados (como ele próprio se intitulava), passando pelos cargos de vereador, vice-prefeito e prefeito.

Narcizo Celestino de Lima, tinha 79 anos, casado com a Sra. Neves Lima, com quem teve 06 filhos: Jobia, Gerusa, Gildo, Hélio, Karla e Flávio.

Foi atleta fundador do Ipiranga Futebol Clube de Toritama, juntamente com seu irmão, José Paulo de Lima.

Na política foi Prefeito de Toritama de 1983 a 1988. Vice-prefeito de Celso Andrade de 1993 a 1996. Vereador de 1961 a 1965, 1966 a 1969 e 1973 a 1976.

Ficou marcada a sua administração dentre outras obras e ações, a construção de sete escolas públicas com recursos próprios.

Colaboração: Wendel Galdino

Mais cargos: Temer vai criar Ministério da Segurança Pública por MP

Do Jornal O Globo

O presidente Michel Temer bateu o martelo na criação do Ministério da Segurança Pública e o fará por Medida Provisória, segundo disse uma fonte à Coluna. Ele informou de sua decisão a colaboradores mais próximos.  A nova pasta esvazia o Ministério da Justiça e terá no seu guarda-chuva a Polícia Federal.

O nome preferido do governo é o do ministro da Defesa, Raul Jungmann, mas há duas dificuldades: Jungmann, que é deputado federal, ainda não sabe ser irá disputar a eleição deste ano e o governo tem dificuldades em substituí-lo na pasta da Defesa. O mais provável é que seja um nome técnico.

A MP precisa ser votada no Congresso, que pode vetar ou não a criação da pasta.  Mas a partir do momento em que for editada tem vigência imediata. A nova pasta não é unanimidade entre lideranças do Congresso.

O presidente poderia criar o ministério por projeto de lei, mas o caminho para aprovação é mais longo. Em geral, desde o governo FHC as reorganizações de ministérios são feitas por meio de MP.

Marina diz que crise na segurança é responsabilidade dos recentes governos e ataca indiretamente o PT

Nota de Marina Silva

O decreto de intervenção do presidente Michel Temer é uma medida extrema para lidar com a situação grave de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. A incapacidade do governo estadual do RJ de enfrentar as milícias, o crime organizado e a escalada da violência, que tem ceifado e ameaçado a vida da população, é uma realidade que também aflige outras regiões do país.

A crise política e administrativa no estado do Rio de Janeiro agrava ainda mais a situação. Essa medida imediata de intervenção reflete também a inação de sucessivos governos federais que negligenciaram a pauta da segurança pública deixando apenas para os estados a responsabilidade de enfrentar um problema complexo, que deveria ser tratado de maneira nacionalizada e integrada entre os entes federativos para promover ações mais efetivas e duradouras.

No âmbito de uma federação democrática, a medida mais traumática é a intervenção federal. Só espero que esta tenha sido precedida do mais responsável planejamento, para que a respectiva execução, de fato, traga a devida proteção e amparo à sofrida população do Rio de Janeiro, em lugar de aumentar suas agruras.

Bancada do PT vai votar contra decreto de intervenção no Rio de Janeiro e diz que medida é propaganda do governo Temer

O líder da oposição no Senado, Humberto Costa, confirmou que a bancada do partido vai votar contra o decreto do presidente Michel Temer sobre a intervenção na segurança no Rio de Janeiro. Nas redes sociais o Pernambucano se posicionou sobre o tema.

“Integro o Conselho da República e estou acompanhando de perto a intervenção federal no RJ. Queremos a restauração da segurança para o bem da população, mas não permitiremos o uso de uma intervenção como peça publicitária desse governo medíocre de Temer”, postou.

NOTA DO PT

Por meio de nota o PT se posicionou sobre o tema:

“Nota do PT e das bancadas do partido: Segurança pública requer responsabilidade e não oportunismo

O PT e as bancadas do partido no Congresso afirmam que o decreto da intervenção militar é um instrumento perigoso que pode piorar o estado de exceção.

Segurança Pública requer responsabilidade e não oportunismo

O Partido dos Trabalhadores e as bancadas do PT da Câmara e do Senado Federal receberam com surpresa e preocupação o decreto de intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro.

A crise da Segurança Pública é um dos mais graves problemas da população do Rio de Janeiro e de todo o Brasil, especialmente da população mais pobre, exigindo participação ativa do Governo Federal.

Os governos do PT assumiram sua responsabilidade neste tema com medidas de forte impacto, como a criação da Força Nacional de Segurança Pública e do Pronasci, o fortalecimento da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, entre outras iniciativas, como a proteção das fronteiras, com participação constitucional e adequada das Forças Armadas.

A intervenção anunciada hoje, no entanto, pode ser um perigoso passo para a consolidação e o aprofundamento de um estado de exceção no Brasil.

Este instrumento excepcionalíssimo, jamais aplicado desde a Constituição de 1988, requer o esgotamento de todas as possibilidades de enfrentamento da crise, o que claramente não ocorreu. O próprio interventor designado para assumir a segurança pública no estado, general Braga Neto, disse hoje à imprensa que há “muita” influência da mídia em torno da questão.

Desde julho de 2017, quando foi decretada a ação de Garantia da Lei e da Ordem para emprego das Forças Armadas no Rio de Janeiro (medida prorrogada em dezembro último), os governos federal e estadual não conseguiram estabelecer um Plano de Segurança Pública para o Estado, instrumento imprescindível para identificar e definir as ações a serem tomadas.

A urgência de um Plano Nacional e de um Plano Estadual para a prevenção e repressão à violência é incontornável, pois apenas por meio de tais planos se pode direcionar as ações de prevenção, inteligência e repressão, abordando, ainda, o papel dos estabelecimentos prisionais, que hoje, além de serem verdadeiras universidades do crime, fornecem mão de obra às organizações criminosas.

Não se pode afastar a relação do agravamento da crise da segurança com o enfraquecimento do estado, falido por conta de um grave ajuste fiscal, promovido pelo governo Temer e intensificado pelo governo estadual do MDB, que afeta, inclusive, verbas para pagamento de policiais e investimentos necessários para políticas de segurança mais eficientes.

A medida parece ser estabelecida para contornar dificuldades políticas do governo Temer, que enfrenta baixíssima popularidade e muitos obstáculos para aprovar a destrutiva Reforma da Previdência.

É gravíssimo o fato de o governo anunciar que pode suspender o decreto, caso tenha os votos necessários para aprovar a proposta de emenda constitucional, quando a própria Constituição Federal impede a promulgação de qualquer PEC na vigência de intervenção federal sobre um Estado. Inaceitável, sob todos os aspectos, esse novo drible à Constituição seria mais uma vergonha imposta ao país pelo governo golpista.

A direção do Partido dos Trabalhadores e suas bancadas no Congresso Nacional afirmam que o governo golpista não está realmente preocupado com a segurança da população, mas apenas com sua sobrevivência política.

O povo brasileiro, principalmente o povo mais pobre, exige e merece a participação responsável do governo federal na Segurança Pública, com programas sólidos e políticas eficazes, mas repudia ações pirotécnicas de efeitos meramente propagandísticos.

Gleisi Hoffmann

Presidenta nacional do PT

Paulo Pimenta

Líder do PT na Câmara dos Deputados

Lindbergh Farias

Líder do PT no Senado Federal

Contrário a intervenção no Rio, Bolsonaro cobra saída de Raul Jungmann

O deputado federal Jair Bolsonaro, que antecipou sua opinião sobre a intervenção no Rio a O Antagonista, publicou na noite de sexta-feira em suas redes sociais um vídeo sobre o tema.

Ele disse que o pensa sobre General Heleno e como deveria ser uma Intervenção para valer. “O primeiro ato, se Temer tivesse autoridade moral, seria substituir o atual Ministro da Defesa, que além de comunista, é desarmamentista.”

O deputado repetiu que falta aos policiais civis, militares, federais e integrantes das Forças Armadas uma “retaguarda jurídica, o excludente de ilicitude em operação” para que, no futuro, não sejam eventualmente julgados por alguma ação que fizeram.

“Defendemos a intervenção, sim, mas não dessa forma, feita nos porões do Planalto, longe dos integrantes da Forças Armadas e longe da cúpula da Polícia Militar e Civil do Rio de Janeiro. Isso tudo me cheira a mais um remendo apenas, e nós queremos algo sério. A insegurança no Rio de Janeiro tem que ser combatida com energia ou, se for o caso, com mais violência ainda.”

Avenida do Vassoural será interditada neste domingo (18)

NOTA:

A Destra informa que, em virtude da realização de um bloco carnavalesco no próximo domingo (18), a avenida do Vassoural será interdita das 15h às 17h. Por este motivo, os ônibus das linhas Vassoural/Santa Rosa e Santa Rosa/Vassoural, farão desvios no itinerário durante este período, a fim de garantir a efetiva prestação do serviço de transporte público de passageiros.

Confira os desvios:

Santa Rosa/Via Vassoural: Fará desvio pela rua Maria Luiza, estrada da Pitombeira, rua Paramaribo, rua Buarque Lima, rua Dom Luiz Gonzaga, rua Filadélfia Alves da Silva, rua Nazaré da Mata, rua Maria Dias de Oliveira, rua José Rodrigues de Jesus…

Vassoural/Via Santa Rosa: Fará desvio pela rua Nazaré da Mata, rua Filadélfia Alves da Silva, rua Dom Luiz Gonzaga, rua Buarque de Lima, rua Edson Limeira Rosal, Estrada da Pitombeira.

Secretarias que funcionam no mesmo prédio, mas não existe diálogo entre si

O Bloco C em Caruaru é a sede de duas importantes secretarias da gestão Raquel Lyra. Serviços Públicos e Desenvolvimento Rural. Mesmo as duas sendo áreas distintas, mas que na teoria deveriam funcionar em harmonia. Isso mesmo, na teoria, na prática a coisa é bem diferente.

Desde que o atual secretário José Carlos Menezes assumiu o Desenvolvimento Rural na vaga de Diogo Cantarelli que uma espécie de Muro foi criado entre as duas Pastas e não há mais conversa entre as duas secretarias. Os comandados de Humberto Correia, titular de Serviços Urbanos não têm diálogo com a outra secretaria e o espaço segue um gelo danado, como dizemos aqui no Nordeste.

Um tremendo imbróglio para a prefeita Raquel Lyra e o secretário Rubens Júnior, que é responsável pela articulação entre as secretarias.

Horário de Verão termina neste domingo (18)

Para alegria de uns e tristeza de outros, o horário de verão vai terminar neste domingo (18). Na prática, isso significa que os moradores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país deverão atrasar o relógio em uma hora quando os ponteiros marcarem meia-noite. A população do Norte e do Nordeste não vai ser afetada, afinal, os estados da região não são incluídos no horário de verão.

A medida, que estava em vigor desde 15 de outubro do ano passado, tem como finalidade reduzir o consumo de energia elétrica entre seis e nove da noite. No final de 2017, o governo federal sinalizou a possibilidade de abolir o horário de verão, já que houve dúvida se o sistema realmente gerava economia.

Mesmo assim, o horário de verão deve ser mantido e, a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), será abreviado em duas semanas para facilitar a apuração dos votos durante as eleições. A expectativa é que volte a ser adotado no primeiro domingo de novembro.

O horário de verão foi criado em 1931, pelo presidente Getúlio Vargas. Foi adotado em todos os estados do país até março do ano seguinte. Entre idas e vindas, passou a ser adotado de vez a partir de 1985, quando o baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas obrigou o governo a retomar o horário de verão. Desde então, é aplicado todos os anos com a intenção de gerar economia de energia. Em 2016, por exemplo, foram economizados 2.185 megawatts, o equivalente a R$147,5 milhões, de acordo com o Ministério de Minas e Energia.

Até 2008, o horário de verão não tinha dia certo para começar, nem para acabar. Foi aí que um decreto estabeleceu e fixou a duração da medida em quatro meses e determinou que o seu início seria no terceiro domingo de outubro e o seu término no terceiro domingo de fevereiro. Nesse período, os dias são mais longos, devido à posição da Terra em relação ao Sol.

Quando o terceiro domingo de fevereiro coincidir com o domingo de Carnaval, o horário de verão termina no quarto domingo desse mês. Neste ano, ele também será mais curto por conta das eleições, que ocorrem em outubro.