Globo FM transmite jogo entre Central x Belo Jardim

A partir de 15h o torcedor vai acompanhar ao vivo direto do Lacerdão o jogo entre Central x Belo Jardim, válido pela 7ª rodada da primeira fase do Campeonato Pernambucano.

A narração será de Eri Santos, comentários de Mário Flávio, reportagens de Lafaete Vaz e no estúdio as informações de Erisson Vaz.

🎧 Você acompanha a partir de 15h na Globo FM Caruaru 89,9, no site www.globofm89.com.br ou assiste pelo https://www.facebook.com/globofmcaruaru

Para participar é só mandar o zap pelo 99431 3782.

Armando lamenta morte de ex-prefeito de Toritama

NOTA DE PESAR

É com grande pesar que lamento o falecimento de Narcizo Lima, uma grande liderança do Agreste pernambucano, em especial para o município de Toritama. Ex-prefeito dessa terra, Narcizo foi uma referência política para a região e deixa um legado de muita luta em prol do desenvolvimento da cidade. À sua família, através de seu filho, o ex-prefeito Flávio Lima, quero transmitir o meu abraço. Que Deus os ilumine e dê conforto a todos.

Senador Armando Monteiro (PTB-PE)

Artigo – Enquanto agonizo – por Paulo Delgado

Ele se amontoa sobre o país. Hiperrealiza seus desejos, usa aliados como escória. Sem álibi, mandou o genro do compadre desqualificar a acusação, e deu errado. Segue trabalhando mal o luto. Um voo tão alto, uma queda tão grande. Revelou-se político de comodidade, tirou vantagem da desonestidade e alega princípios para abafar inconveniências. Chegou ao limite de querer aproveitar da própria decadência.

Um grupo e ele saem do Fórum seguindo na direção do passeio. Embora vários do cortejo sejam mais altos e estejam à frente dele, qualquer pessoa que os observe do outro lado da rua pode ver a cabeça dele ultrapassando por uma cabeça a dos seus apoiadores. Não é perspectiva, é subalternidade. Lembra livro de Willian Faulkner, Enquanto Agonizo, onde um pai brutal impõe a todos um enterro sem fim, não deixando a vida de ninguém fluir sem ter de pensar no seu egoísmo doentio.

A calçada, esturricada pelos pisões do povo e pedras soltas, segue reta como um fio de prumo até o pé do avião emprestado onde ele os deixará, indiferente aos terrenos resvalantes que o levaram a escorregar. Antes de embarcar, mirando o dilúvio, determina: meu reino por minha vitimização, façam ferver o coração, vai ser longa a condolência. Preparem o caixão e, se der certo, enterrem, com a toga preta do Supremo, o princípio da igualdade de todos perante a lei.

Alguns aliados não aduladores sentiram que havia alguma coisa ruim. Nem em silêncio era razoável aquela insensatez de celebrar como triunfo uma calamidade. Nem apropriado apiedar-se de um político mais que do povo. Uns diziam que era anomalia necrológio de homem vivo; outros, que não se chama crime de perseguição; todos julgavam sinistro candidato cuja glória é ser condenado por mentir.

Ele estava se esvaziando rapidamente. Um tique nervoso, fruto de soberba banal, o levava a referir-se a si mesmo na terceira pessoa. “Não há qualquer rival de ‘o líder’ em todo o firmamento.” Era assim mesmo que se chamava, “o líder”, apelido privado que incorporou ao nome, marca da sua ambiguidade pública.

Como numa piada, arrumou advogado na ONU. Sentia-se um país. Não queria mais suar. Botaram na cabeça dele que se é vontade de Deus que as pessoas tenham opinião diferente sobre honestidade não cabe a ele discutir desígnios divinos. Suas proezas entardeceram e começaram a alimentar uma ordem política incapaz de produzir valores sociais. Vazio, deixou-se preencher pelo maior valor do mundo moderno, o ouro de tolo, que lambuza no presente a consequência do futuro.

Quando mais se encheu de medalhas, mas se esvaziou de ideias. “A abundância de diploma acaba com o diploma”, alguém alertou, e foi expulso da sala. E uma pessoa vazia na política não é mais um político. Enchendo-se de autoelogios e fúria, logo ele não sabe se é ou não é, ou que é que de fato é. Saiu do trilho, aumentou necessidades, até que as dádivas deram por conhecidos seus favores.

Enfraqueceu a autoridade por seu abuso e o hábito de confundir poder com relação e intimidade. No mundo das decisões apressadas, dissimulações, das interdições sobre as quais ninguém tem domínio, da liberdade irresponsável de ser o que você quiser ser, a transgressão percebeu a melhor das convergências. Com a autoridade participando, o erro ganha mais velocidade.

Seu talento para a evasão o tornou conhecido como aquele político “veloz estruturador de negócios e soluções”. Logo que recebeu a resposta da carta enviada aos brasileiros donos de banco, escrita em inglês, percebeu que pecado-salvação é mera questão de palavra. Harmonizou-se com a parceria de talentosos ocultadores de intenções para montar as ladainhas, a lenga-lenga a que deu o nome de política de governo.

Quando a Justiça abriu a porta dos seus transtornos desesperadores, ele já havia caído na mais sedutora armadilha da política atual, o dinheiro fácil, e não quis reconhecer o que fez. Saiu em desespero para pagar a promessa de 40 anos atrás. Mas sem dizer o que deveria ter dito ao juiz – o que o deteria na certeza de que alcançar seu objetivo primordial de ser respeitado, ser alguma coisa nova, é que compunha seu élan vital – pressupôs que a condição de vítima evitaria o caminho da desmoralização. Ele voltou a suar, como se estivesse espumando, feito um cavalo desembestado, convocou adoradores, dependentes, para a velha modalidade de ação heroica – camisa de partido, candidatura, comício, farisaísmo – na tentativa desesperada de incinerar a sentença e botar fogo na pavorosa jornada da Justiça de ousar apontar o dedo para quem sempre fez o que quis e nunca foi tão adequadamente contrariado.

Quando ouviu “estamos aqui e você tem de lidar conosco”, percebeu que escondera dos amigos o que os inimigos já sabiam. Falhou em grandeza, foi-se a profecia. Quem dera fosse capaz de suportar o sucesso com mais honestidade e a adversidade com mais autocontrole.

Um partido de esquerda moderno e com capacidade de diálogo deve parar de tratar de forma errada o erro. E reconhecer que um período de governo com um presidente deposto, três ex-presidentes da Câmara, senadores e inúmeros ministros de Estado presos ou processados, dirigentes partidários e governadores confinados ou envolvidos, a maior empresa do País dilapidada, a autoridade olímpica nacional presa, o bilionário do período encarcerado, a Copa investigada, fundos de pensão arruinados, o BNDES um clube de amigos, grandes empresários condenados, frugal intimidade com ditadores, etc., não foi um período virtuoso.

O que “o líder” quer é o refluxo da identidade perdida, fugir da responsabilidade confinado na condição de perseguido. Pelo alto, espalha simulacros de habeas corpus, certo de que a Justiça dos privilegiados prevalece e o ressuscita, como Lázaro. Por baixo, mantém agitada a agonia, seguro de que a manipulação do povo reabsorve a desordem que ele criou e a dissolve na sociedade até sumir sua autoria.

*Paulo Delgado, sociólogo e ex-deputado federal pelo PT-MG, é copresidente do Conselho de Economia, Sociologia e Política da Fecomercio-SP. E-mail: contato@paulodelgado.com.br

Artigo publicado originalmente no jornal O Estado de S. Paulo.

PT lança nome de Daniel Finizola para disputar uma vaga de deputado federal

Na tarde desse Sábado (17) o Partido dos Trabalhadores realizou em Caruaru, um encontro com militantes e simpatizantes do partido, para fortalecer o nome do ex-presidente Lula e também a filiação de novos partidários.

A ação contou com a presença do vereador do PT na cidade, Daniel Finozola, o vice-presidente do PT em Pernambuco, Glaucus Lima e a Deputada Estadual Teresa Leitão.

O destaque do encontro foi para o lançamento da pré-candidatura de Daniel Finiziola para Deputado Federal, formando assim uma dobradinha com Teresa Leitão, que vai em busca da reeleição. Com isso, a petista ganha apoio na cidade.

Deputado lamenta morte de ex-prefeito de Toritama

NOTA DE PESAR

Foi com profunda tristeza que recebi a notícia do falecimento do senhor Narciso Lima, ex-prefeito e homem público da cidade de Toritama, na manhã deste sábado (17).

Narciso de Souza Lima construiu uma brilhante história na política da ‘Terra do Jeans’. Foi prefeito, vice-prefeito e vereador. Ajudou na consolidação de Toritama dentro do nosso Polo de Confecções.

Na última campanha eleitoral, pudemos juntos participar e apoiar a candidata Lucinha Pereira, que disputou ao lado Narciso, seu candidato a vice-prefeito. Vi de perto o exemplo de homem público e pessoa de família, humilde e simples no seu jeito de tratar o povo.

A todos os familiares e amigos estendo os meus pêsames. Que Deus possa confortar a todos e coloque o grande Narciso em um bom lugar.

Diogo Moraes

Deputado Estadual

Morre ex-prefeito de Toritama

Do Blog do Ney Lima

O ex-prefeito de Toritama, Narcizo Celestino de Lima, morreu na manhã deste sábado (17), após dois meses lutando contra problemas cardíacos. Ele havia passado por uma cirurgia recentemente no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru, onde veio a falecer após dois meses de internação.

Histórico

Narcizo Lima disputou a última eleição como Vice na chapa de Lucinha Pereira, a pedido do filho, o também ex-prefeito Flávio Lima, mas o desejo de Narcizo naquela ocasião era disputar uma vaga na câmara municipal de Toritama. Ele dizia que queria encerrar a carreira política como começou, vereador.

Mas o filho o convenceu a sair na chapa majoritária. Foi uma espécie de selar de vez a paz entre as famílias “Lima e Fuló (como é conhecida a família Pereira)”.

Pois na década de 80, houve um incidente que ocasionou uma briga entre Narcizo Lima e Doro de Fuló, deixando por um bom tempo essa rixa entre as famílias, no campo político, mas na última campanha eleitoral, os filhos de Narcizo Lima e Dorival José Pereira trataram de acabar de vez com essa rixa, colocando na chapa majoritária, Lucinha Pereira (irmã de Doro e herdeira política da família Fuló) e Narcizo Lima.

Em suas entrevistas e na própria campanha eleitoral, Narcizo dizia-se realizado e que nada mais lhe faltava, pois independente do resultado das urnas eletrônicas, ele já era um vencedor, não só pela sua trajetória política e de vida, mas por chegar naquele momento sem nenhum inimigo ou adversário.

Narcizo Lima que era fiel aliado e defensor do cidadão e político, José J. de Araújo (o idealizador da emancipação política de Toritama). Narcizo relatava com orgulho a sua trajetória política.

De menino de recados (como ele próprio se intitulava), passando pelos cargos de vereador, vice-prefeito e prefeito.

Narcizo Celestino de Lima, tinha 79 anos, casado com a Sra. Neves Lima, com quem teve 06 filhos: Jobia, Gerusa, Gildo, Hélio, Karla e Flávio.

Foi atleta fundador do Ipiranga Futebol Clube de Toritama, juntamente com seu irmão, José Paulo de Lima.

Na política foi Prefeito de Toritama de 1983 a 1988. Vice-prefeito de Celso Andrade de 1993 a 1996. Vereador de 1961 a 1965, 1966 a 1969 e 1973 a 1976.

Ficou marcada a sua administração dentre outras obras e ações, a construção de sete escolas públicas com recursos próprios.

Colaboração: Wendel Galdino

Mais cargos: Temer vai criar Ministério da Segurança Pública por MP

Do Jornal O Globo

O presidente Michel Temer bateu o martelo na criação do Ministério da Segurança Pública e o fará por Medida Provisória, segundo disse uma fonte à Coluna. Ele informou de sua decisão a colaboradores mais próximos.  A nova pasta esvazia o Ministério da Justiça e terá no seu guarda-chuva a Polícia Federal.

O nome preferido do governo é o do ministro da Defesa, Raul Jungmann, mas há duas dificuldades: Jungmann, que é deputado federal, ainda não sabe ser irá disputar a eleição deste ano e o governo tem dificuldades em substituí-lo na pasta da Defesa. O mais provável é que seja um nome técnico.

A MP precisa ser votada no Congresso, que pode vetar ou não a criação da pasta.  Mas a partir do momento em que for editada tem vigência imediata. A nova pasta não é unanimidade entre lideranças do Congresso.

O presidente poderia criar o ministério por projeto de lei, mas o caminho para aprovação é mais longo. Em geral, desde o governo FHC as reorganizações de ministérios são feitas por meio de MP.

Marina diz que crise na segurança é responsabilidade dos recentes governos e ataca indiretamente o PT

Nota de Marina Silva

O decreto de intervenção do presidente Michel Temer é uma medida extrema para lidar com a situação grave de segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. A incapacidade do governo estadual do RJ de enfrentar as milícias, o crime organizado e a escalada da violência, que tem ceifado e ameaçado a vida da população, é uma realidade que também aflige outras regiões do país.

A crise política e administrativa no estado do Rio de Janeiro agrava ainda mais a situação. Essa medida imediata de intervenção reflete também a inação de sucessivos governos federais que negligenciaram a pauta da segurança pública deixando apenas para os estados a responsabilidade de enfrentar um problema complexo, que deveria ser tratado de maneira nacionalizada e integrada entre os entes federativos para promover ações mais efetivas e duradouras.

No âmbito de uma federação democrática, a medida mais traumática é a intervenção federal. Só espero que esta tenha sido precedida do mais responsável planejamento, para que a respectiva execução, de fato, traga a devida proteção e amparo à sofrida população do Rio de Janeiro, em lugar de aumentar suas agruras.

Bancada do PT vai votar contra decreto de intervenção no Rio de Janeiro e diz que medida é propaganda do governo Temer

O líder da oposição no Senado, Humberto Costa, confirmou que a bancada do partido vai votar contra o decreto do presidente Michel Temer sobre a intervenção na segurança no Rio de Janeiro. Nas redes sociais o Pernambucano se posicionou sobre o tema.

“Integro o Conselho da República e estou acompanhando de perto a intervenção federal no RJ. Queremos a restauração da segurança para o bem da população, mas não permitiremos o uso de uma intervenção como peça publicitária desse governo medíocre de Temer”, postou.

NOTA DO PT

Por meio de nota o PT se posicionou sobre o tema:

“Nota do PT e das bancadas do partido: Segurança pública requer responsabilidade e não oportunismo

O PT e as bancadas do partido no Congresso afirmam que o decreto da intervenção militar é um instrumento perigoso que pode piorar o estado de exceção.

Segurança Pública requer responsabilidade e não oportunismo

O Partido dos Trabalhadores e as bancadas do PT da Câmara e do Senado Federal receberam com surpresa e preocupação o decreto de intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro.

A crise da Segurança Pública é um dos mais graves problemas da população do Rio de Janeiro e de todo o Brasil, especialmente da população mais pobre, exigindo participação ativa do Governo Federal.

Os governos do PT assumiram sua responsabilidade neste tema com medidas de forte impacto, como a criação da Força Nacional de Segurança Pública e do Pronasci, o fortalecimento da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, entre outras iniciativas, como a proteção das fronteiras, com participação constitucional e adequada das Forças Armadas.

A intervenção anunciada hoje, no entanto, pode ser um perigoso passo para a consolidação e o aprofundamento de um estado de exceção no Brasil.

Este instrumento excepcionalíssimo, jamais aplicado desde a Constituição de 1988, requer o esgotamento de todas as possibilidades de enfrentamento da crise, o que claramente não ocorreu. O próprio interventor designado para assumir a segurança pública no estado, general Braga Neto, disse hoje à imprensa que há “muita” influência da mídia em torno da questão.

Desde julho de 2017, quando foi decretada a ação de Garantia da Lei e da Ordem para emprego das Forças Armadas no Rio de Janeiro (medida prorrogada em dezembro último), os governos federal e estadual não conseguiram estabelecer um Plano de Segurança Pública para o Estado, instrumento imprescindível para identificar e definir as ações a serem tomadas.

A urgência de um Plano Nacional e de um Plano Estadual para a prevenção e repressão à violência é incontornável, pois apenas por meio de tais planos se pode direcionar as ações de prevenção, inteligência e repressão, abordando, ainda, o papel dos estabelecimentos prisionais, que hoje, além de serem verdadeiras universidades do crime, fornecem mão de obra às organizações criminosas.

Não se pode afastar a relação do agravamento da crise da segurança com o enfraquecimento do estado, falido por conta de um grave ajuste fiscal, promovido pelo governo Temer e intensificado pelo governo estadual do MDB, que afeta, inclusive, verbas para pagamento de policiais e investimentos necessários para políticas de segurança mais eficientes.

A medida parece ser estabelecida para contornar dificuldades políticas do governo Temer, que enfrenta baixíssima popularidade e muitos obstáculos para aprovar a destrutiva Reforma da Previdência.

É gravíssimo o fato de o governo anunciar que pode suspender o decreto, caso tenha os votos necessários para aprovar a proposta de emenda constitucional, quando a própria Constituição Federal impede a promulgação de qualquer PEC na vigência de intervenção federal sobre um Estado. Inaceitável, sob todos os aspectos, esse novo drible à Constituição seria mais uma vergonha imposta ao país pelo governo golpista.

A direção do Partido dos Trabalhadores e suas bancadas no Congresso Nacional afirmam que o governo golpista não está realmente preocupado com a segurança da população, mas apenas com sua sobrevivência política.

O povo brasileiro, principalmente o povo mais pobre, exige e merece a participação responsável do governo federal na Segurança Pública, com programas sólidos e políticas eficazes, mas repudia ações pirotécnicas de efeitos meramente propagandísticos.

Gleisi Hoffmann

Presidenta nacional do PT

Paulo Pimenta

Líder do PT na Câmara dos Deputados

Lindbergh Farias

Líder do PT no Senado Federal

Contrário a intervenção no Rio, Bolsonaro cobra saída de Raul Jungmann

O deputado federal Jair Bolsonaro, que antecipou sua opinião sobre a intervenção no Rio a O Antagonista, publicou na noite de sexta-feira em suas redes sociais um vídeo sobre o tema.

Ele disse que o pensa sobre General Heleno e como deveria ser uma Intervenção para valer. “O primeiro ato, se Temer tivesse autoridade moral, seria substituir o atual Ministro da Defesa, que além de comunista, é desarmamentista.”

O deputado repetiu que falta aos policiais civis, militares, federais e integrantes das Forças Armadas uma “retaguarda jurídica, o excludente de ilicitude em operação” para que, no futuro, não sejam eventualmente julgados por alguma ação que fizeram.

“Defendemos a intervenção, sim, mas não dessa forma, feita nos porões do Planalto, longe dos integrantes da Forças Armadas e longe da cúpula da Polícia Militar e Civil do Rio de Janeiro. Isso tudo me cheira a mais um remendo apenas, e nós queremos algo sério. A insegurança no Rio de Janeiro tem que ser combatida com energia ou, se for o caso, com mais violência ainda.”